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Emissão de gás de cozinha comparativa

Compara emissão de CO2 entre gás natural, GLP e elétrico para o mesmo consumo mensal.

Emissões de CO₂ por energia de cozinha

Diferentes combustíveis de cozinha emitem quantidades muito diferentes de CO₂ por unidade de energia útil entregue à panela. Fatores de referência: GLP (botijão de gás de cozinha) ~3,0 kg CO₂/kg de gás queimado; gás natural canalizado ~2,7 kg CO₂/m³; indução elétrica na matriz brasileira ~0,1 kg CO₂/kWh (baixa pela hidrelétrica dominante). Fórmula: emissões = consumo × fator_de_emissão. Exemplo: família de 4 pessoas usando um botijão de 13 kg de GLP por mês → 13 × 3,0 = ~40 kg CO₂/mês, ou ~480 kg/ano. O mesmo lar em indução (~120 kWh/mês) emite só ~12 kg CO₂/mês na matriz BR — cerca de um quarto. Em matriz com carvão (~0,6 kg/kWh) a indução emitiria ~72 kg CO₂/mês, pior que o GLP.

Aplicações

Estudos de sustentabilidade doméstica, escolha da fonte de energia da cozinha em reforma, planejamento de transição energética, comparar o custo climático de migrar do GLP para indução, relatórios ESG de restaurantes e padarias, análise de política pública sobre subsídio ao gás de cozinha.

Perguntas frequentes

Indução é sempre mais limpa que GLP? Só se a matriz elétrica for limpa o suficiente. No Brasil sim, com margem ampla; em matrizes dominadas por carvão o GLP pode ter pegada menor que a indução.

Por que usar kg CO₂/kg de gás em vez de por kWh? O GLP é vendido por peso (botijão de 13 kg é padrão no Brasil); converter para kWh adiciona um passo extra (1 kg de GLP ≈ 12,8 kWh de energia) sem mudar a comparação.

A eficiência da cozinha importa? Sim. A indução transfere ~85% da energia para a panela, o gás só ~40%. Mesmo ignorando o carbono da rede, a indução desperdiça muito menos calor na cozinha.

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