Graus-Dia de Cultivo (GDD)
Calcula os graus-dia de desenvolvimento (GDD), GDD = (Tmáx + Tmín)/2 − Tbase, o acúmulo térmico diário acima da temperatura-base abaixo da qual a planta não cresce. Como o desenvolvimento das culturas é regido pela temperatura, somar os graus-dia prevê estágios fenológicos — florescimento, maturação, colheita — com mais precisão que o calendário. Também usado para pragas e insetos. Informe as temperaturas máxima e mínima do dia e a temperatura-base da cultura.
Resultado
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Graus-dia de cultivo (GDD)
As plantas não contam dias no calendário — contam calor. Abaixo de uma temperatura-base (Tbase) específica de cada espécie, o desenvolvimento praticamente para. Os graus-dia acumulam o calor útil de cada dia: GDD = (Tmáx + Tmín)/2 − Tbase. Somando os graus-dia desde a semeadura, prevê-se com precisão muito maior que pelo calendário quando virá o florescimento, o enchimento de grãos e a colheita — porque um verão quente acelera tudo e um frio atrasa. O mesmo método prevê a eclosão de pragas e o número de gerações de insetos numa safra. Informe as temperaturas máxima e mínima do dia e a temperatura-base.
Ferramentas Relacionadas
Temperatura de Junção
Calcula a temperatura de junção de um semicondutor de potência, T_j = T_a + P × R_th, a partir da temperatura ambiente T_a, da potência dissipada P e da resistência térmica total junção-ambiente R_th (°C/W). O resultado, em °C, é a temperatura interna do componente (junção do silício), que não pode ultrapassar o limite do fabricante (tipicamente 150 °C) sob pena de falha. A resistência térmica soma as etapas junção-encapsulamento, encapsulamento-dissipador e dissipador-ambiente. Reduzir R_th (dissipador maior, ventilação, pasta térmica) baixa a temperatura de junção. É o cálculo central do dimensionamento térmico de eletrônica de potência. Informe a temperatura ambiente, a potência dissipada e a resistência térmica.
Elevação de Temperatura do Freio
Estima a elevação de temperatura de um freio por uma frenagem, ΔT = E ÷ (m·c), a partir da energia dissipada na frenagem E (J), da massa do componente que absorve o calor m (kg, o disco ou tambor) e do calor específico do material c (J/(kg·°C), ~460 para o aço, ~900 para o alumínio). Quando um freio dissipa a energia cinética de uma frenagem (convertendo-a em calor), esse calor é inicialmente ABSORVIDO pela massa do disco ou tambor, elevando sua temperatura. Esta fórmula estima essa elevação supondo que TODO o calor vai para a massa do componente, sem perdas para o ambiente (uma hipótese conservadora, válida para uma frenagem rápida e isolada — em frenagens prolongadas, parte do calor é dissipada por convecção e radiação ao mesmo tempo). A elevação de temperatura é crítica porque os materiais de atrito têm um limite térmico: acima de certa temperatura (300-500°C para materiais orgânicos, mais para os metálicos/cerâmicos), o atrito CAI bruscamente (o fenômeno do FADING, que já causou muitos acidentes em descidas de serra), o material se degrada, e o disco pode empenar ou trincar por choque térmico. Por isso freios de aplicações severas usam discos grandes (mais massa, mais capacidade de absorver calor), ventilados (mais dissipação) e materiais de alto ponto de fusão. Este cálculo é o coração do dimensionamento TÉRMICO de freios. Informe a energia dissipada, a massa e o calor específico.
Calculadora de tempo de sous-vide por temperatura e espessura
Calcula o tempo de cozimento sous-vide em minutos a partir da espessura da carne em centímetros e da temperatura do banho em Celsius.
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