Largura de Saída de Emergência
Calcula a largura necessária de uma saída de emergência, L = (população ÷ capacidade da unidade) × 0,55, dividindo a população a ser escoada pela capacidade de pessoas por unidade de passagem e multiplicando pela largura de uma unidade (0,55 m). O resultado, em metros, dimensiona portas, corredores, escadas e rampas das rotas de fuga conforme o critério de unidades de passagem das normas brasileiras de segurança contra incêndio. A capacidade por unidade varia com o tipo de saída (porta, escada, rampa) e a ocupação. Informe a população e a capacidade por unidade de passagem.
Resultado
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Largura de saída de emergência
As normas brasileiras de segurança contra incêndio (como a saída de emergência da ABNT NBR 9077 e as instruções técnicas dos corpos de bombeiros) dimensionam saídas pelo conceito de unidade de passagem: a largura mínima (0,55 m) por onde uma fila de pessoas consegue passar. A largura necessária sai de L = (população ÷ capacidade da unidade) × 0,55, onde a população é o número de pessoas que aquela saída precisa escoar (calculado pela área e pela densidade de ocupação típica do uso) e a capacidade da unidade é quantas pessoas cada unidade de passagem comporta — um valor tabelado que depende do tipo de saída: portas e corredores (acesso) escoam mais pessoas por unidade que escadas e rampas (onde o movimento é mais lento e arriscado), e o número também varia com a ocupação (uma escola difere de um hospital ou de um teatro). O resultado, em metros, é a largura mínima de portas, corredores, escadas e rampas das rotas de fuga; arredonda-se sempre para cima ao número inteiro de unidades e respeitam-se larguras mínimas absolutas. Dimensionar bem é vital: saídas estreitas demais criam gargalos que aumentam o tempo de evacuação e o risco de aglomeração e pisoteamento. Informe a população e a capacidade por unidade de passagem.
Ferramentas Relacionadas
Tempo de Evacuação
Estima o tempo de evacuação de um ambiente, t = N ÷ (F × largura), dividindo o número de ocupantes N pelo produto do fluxo específico de pessoas F (pessoas por minuto por metro) pela largura total das saídas (m). O resultado, em minutos, é o tempo de movimento para que todos atravessem as saídas — componente do tempo total de abandono usado no projeto de rotas de fuga e na verificação de segurança contra incêndio. Larguras de saída e fluxos adequados garantem que a evacuação ocorra antes que as condições se tornem insustentáveis. Informe o número de ocupantes, o fluxo específico e a largura das saídas.
Vazão da Pluma de Fumaça
Calcula a vazão mássica da pluma de fumaça de um incêndio pela correlação de Heskestad, ṁ = 0,071·Q̇_c^(1/3)·z^(5/3), a partir da parcela convectiva da taxa de liberação de calor Q̇_c (kW) e da altura acima da base do fogo z (m). O resultado, em kg/s, é a quantidade de gases quentes e fumaça que sobem e se acumulam, governando o dimensionamento de sistemas de controle e exaustão de fumaça (extração mecânica ou natural) que mantêm uma camada livre de fumaça para a evacuação segura. A vazão cresce fortemente com a altura. Informe a parcela convectiva do calor e a altura.
Carga de Incêndio Específica
Calcula a carga de incêndio específica de um ambiente, q = (massa × PCI) ÷ área, dividindo a energia total dos materiais combustíveis (massa × poder calorífico inferior) pela área do piso. O resultado, em MJ/m², representa a quantidade de calor que seria liberada por unidade de área se todo o material queimasse — o parâmetro que classifica o risco de incêndio de uma edificação e define exigências de proteção (TRRF, saídas, sprinklers) nas normas e instruções técnicas dos corpos de bombeiros. Quanto maior a carga de incêndio, mais severo o incêndio potencial. Informe a massa de combustível, o poder calorífico e a área.
Fator de Segurança à Ruptura (Geossintético)
Calcula o fator de segurança contra a ruptura por tração de uma camada de reforço geossintético, FS = T_adm ÷ T_req, a partir da resistência à tração admissível do geossintético T_adm (kN/m, a resistência última já reduzida pelos fatores de fluência, dano de instalação e degradação) e da tração requerida T_req (kN/m, a força que o solo solicita naquela camada). Este é o critério de verificação final do dimensionamento de uma camada de reforço: a resistência disponível (admissível) precisa superar a solicitação (requerida) com uma margem de segurança adequada. As normas de solo reforçado exigem fatores de segurança contra a ruptura por tração tipicamente da ordem de 1,3 a 1,5 (já que muitas incertezas — fluência, dano, degradação — já foram cobertas pelos fatores de redução parciais embutidos na T_adm). Se o FS for menor que o exigido, escolhe-se um geossintético mais resistente, reduz-se o espaçamento entre camadas (diminuindo T_req em cada uma) ou ambos. Além da ruptura por tração (este cálculo), o projeto de solo reforçado verifica também a estabilidade ao ARRANCAMENTO (ancoragem suficiente), a estabilidade INTERNA (superfícies de ruptura cortando os reforços), a estabilidade EXTERNA (deslizamento, tombamento e capacidade de carga do maciço como um todo) e as deformações. Este FS de ruptura é uma das verificações fundamentais. Informe a resistência admissível e a tração requerida.
Vazão Necessária de Incêndio
Calcula a vazão de água necessária para um sistema de combate a incêndio, Q = área × taxa de aplicação, multiplicando a área de operação (m²) pela densidade (taxa) de aplicação exigida (L/min por m²). O resultado, em L/min, é a vazão mínima que o sistema de sprinklers ou de aspersores precisa fornecer sobre a área mais desfavorável para controlar o incêndio. A taxa de aplicação depende da classe de risco da ocupação — quanto maior a carga de incêndio e a combustibilidade, maior a densidade exigida pelas normas (NBR/NFPA). É a base do dimensionamento hidráulico e da reserva de água. Informe a área e a taxa de aplicação.
Calculadora de Largura de Extrusao por Bocal 3D em mm
Calcule a largura de extrusão ideal para o seu bocal de impressora 3D FDM, em milímetros. Ajuste o slicer para imprimir peças mais fortes e bem acabadas.
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