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Perda de Espessura por Corrosão

Calcula a perda de espessura acumulada por corrosão, δ = TC × t, multiplicando a taxa de corrosão TC (mm/ano) pelo tempo de serviço t (anos). O resultado, em mm, é a profundidade de material consumida ao longo do período — informação direta para avaliar a integridade de tubulações, tanques e estruturas e decidir sobre inspeção, reparo ou substituição. Comparada à sobreespessura de corrosão prevista em projeto, indica quanto da margem já foi consumido e estima a vida remanescente do componente. Informe a taxa de corrosão e o tempo de serviço.

Resultado

Perda de espessura por corrosão

Conhecida a taxa de corrosão de um material num dado ambiente, a pergunta prática seguinte é quanto de parede ele já perdeu (ou vai perder) ao longo do tempo. A resposta é uma multiplicação direta: δ = TC × t, a taxa de corrosão (mm/ano) vezes o tempo de serviço (anos), dando a profundidade de material consumida em mm. Esse número é a base da avaliação de integridade de equipamentos. No projeto de um vaso de pressão ou tubulação, soma-se à espessura estrutural mínima uma sobreespessura de corrosão (corrosion allowance) calculada justamente como TC × vida de projeto. Em serviço, medições de espessura por ultrassom comparam a perda real acumulada com essa margem: se a perda já consumiu boa parte da sobreespessura, calcula-se a vida remanescente ((espessura atual − mínima) ÷ TC) e decide-se entre intensificar a inspeção, reduzir a pressão de operação, reparar ou substituir o componente. O cálculo pressupõe taxa de corrosão constante e uniforme; em ambientes que variam ou com corrosão localizada, usa-se a taxa mais conservadora medida. Informe a taxa de corrosão e o tempo de serviço.

Ferramentas Relacionadas

Espessura com Margem de Corrosão

Calcula a espessura total a especificar para um componente de vaso de pressão incluindo a margem de corrosão, t_total = t_calculada + CA, a partir da espessura mínima calculada por pressão t_calculada (mm) e da margem (sobreespessura) de corrosão CA (mm). A espessura calculada pelas fórmulas ASME é a MÍNIMA necessária para resistir à pressão — mas o vaso vai operar por DÉCADAS, e a corrosão (e a erosão) vão consumir material da parede ao longo do tempo. Se o vaso fosse fabricado exatamente com a espessura mínima, a primeira corrosão já o deixaria abaixo do seguro. Por isso adiciona-se uma MARGEM DE CORROSÃO (Corrosion Allowance, CA) — uma sobreespessura 'sacrificial', tipicamente de 1,5 a 6 mm, dimensionada para a taxa de corrosão esperada vezes a vida de projeto (ex.: 0,1 mm/ano × 25 anos = 2,5 mm). Assim, a espessura especificada para fabricação é a mínima estrutural mais a margem de corrosão. Ao longo da vida, a inspeção (por ultrassom) mede a espessura REMANESCENTE; quando a corrosão consome toda a margem e a espessura se aproxima da mínima estrutural, o vaso deve ser reparado ou aposentado. A margem de corrosão é como uma 'reserva de vida' embutida na parede. Informe a espessura calculada e a margem de corrosão.

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Taxa de Corrosão (Perda de Massa)

Calcula a taxa de corrosão pelo método de perda de massa, TC = 87,6 × W ÷ (D × A × t), a partir da massa perdida W (mg), da densidade do material D (g/cm³), da área exposta A (cm²) e do tempo de exposição t (horas). O resultado, em mm/ano, expressa a velocidade média com que o metal é consumido pela corrosão — o parâmetro fundamental para prever a vida útil de estruturas, tubulações e equipamentos e definir a sobreespessura de corrosão no projeto. Taxas abaixo de 0,1 mm/ano costumam ser aceitáveis. Informe a perda de massa, a densidade, a área e o tempo.

Vida Útil de Ânodo de Sacrifício

Calcula a vida útil de um ânodo de sacrifício, vida = (massa × capacidade) ÷ (corrente × 8760), a partir da massa do ânodo (kg), da capacidade de corrente do material (A·h/kg), da corrente de proteção drenada (A) e das 8760 horas do ano. O resultado, em anos, indica por quanto tempo o ânodo (zinco, alumínio ou magnésio) fornecerá proteção antes de se consumir e precisar ser substituído — essencial no projeto de proteção catódica galvânica de tanques, dutos e estruturas marinhas. Informe a massa, a capacidade do material e a corrente.

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Índice de Larson-Skold (Corrosividade da Água)

Calcula o índice de Larson-Skold, a razão entre os ânions agressivos e os protetores de uma água: soma de cloreto e sulfato dividida pela alcalinidade, tudo convertido para miliequivalentes por litro com os pesos equivalentes 35,45 para cloreto, 48,03 para sulfato e 50,04 para a alcalinidade expressa em CaCO₃. A leitura é direta: abaixo de 0,8 a alcalinidade domina e o filme de carbonato protege o aço carbono; entre 0,8 e 1,2 a corrosão deixa de ser desprezível; acima de 1,2 cloreto e sulfato rompem o filme e a taxa de corrosão localizada dispara, cenário típico de água de reposição de torre de resfriamento operando com muitos ciclos de concentração. Ao contrário do índice de Langelier, este não diz se a água incrusta — ele mede só o poder corrosivo dos ânions, e por isso as duas leituras se complementam em vez de competir. Foi adotada a alcalinidade total como entrada, em vez de bicarbonato e carbonato separados, porque é isso que o laboratório de rotina reporta, e a conversão pelo equivalente do CaCO₃ devolve exatamente a soma dos dois em miliequivalentes por litro. Informe o cloreto, o sulfato e a alcalinidade total.

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Calculadora de Perda de Carga em Tubulação

Perda de carga em tubulação pela fórmula de Hazen-Williams: J = 10.67 × Q^1.85 / (C^1.85 × D^4.87). Para água a 20°C.

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Calculadora de Cores de Sinalizacao de Tubulacao NR-26

Indica a cor padronizada para identificar o conteudo de uma tubulacao industrial conforme NR-26.

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