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Gás ideal PV=nRT (pressão)

Resolve P em PV=nRT (R=0.08206 L·atm/(mol·K)).

P (atm)

Equação dos gases ideais: resolvendo para a pressão

A equação dos gases ideais PV = nRT amarra a pressão, o volume, os mols e a temperatura de um gás. Resolva para a pressão e você chega a P = nRT / V. A constante R vale 0,0821 L·atm/(mol·K) com a pressão em atm, ou 8,314 J/(mol·K) no SI. Pegue 1 mol de gás a 273 K (0 °C) num volume de 22,4 L: o resultado é P = 1 atm, o clássico volume molar nas CNTP. Gases reais se afastam disso. Em pressões altas as moléculas começam a se tocar, e em temperaturas muito baixas a atração entre elas passa a contar. Em qualquer um desses regimes, recorra à equação de van der Waals ou a tabelas de compressibilidade.

Aplicações

Ela atravessa a química geral na estequiometria de reações gasosas e a engenharia automotiva, onde a pressão do pneu sobe à medida que ele esquenta (é a lei de Gay-Lussac). A aerostática se apoia nela para balões de ar quente e para balões meteorológicos que incham ao subir. Você também a encontra na química industrial com reatores pressurizados e pneumática, e no mergulho com cilindros de ar comprimido e descompressão.

Perguntas frequentes

Por que T deve estar em Kelvin? Porque a equação assume temperatura absoluta. Usar Celsius daria P = 0 a 0 °C, o que é errado.

Quando o modelo falha? Em pressões acima de ~10 atm ou perto da temperatura de condensação do gás — aí mude para van der Waals.

CNTP vs CATP? CNTP clássica = 273,15 K, 1 atm → volume molar 22,4 L. STP IUPAC moderna (1982+) = 273,15 K, 1 bar → 22,7 L.

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Efetividade do Regenerador

Calcula a efetividade de um regenerador (recuperador de calor), ε = (T_saída − T_entrada) ÷ (T_quente − T_entrada), comparando o aquecimento real do fluido frio com o aquecimento máximo possível (se ele atingisse a temperatura do gás quente de exaustão). O resultado (entre 0 e 1, ou ×100%) mede a eficácia da troca de calor: um regenerador aproveita o calor dos gases de escape de uma turbina a gás para pré-aquecer o ar antes da câmara de combustão, reduzindo o consumo de combustível e elevando a eficiência do ciclo Brayton regenerativo. Efetividades típicas ficam entre 0,7 e 0,9. Informe as temperaturas de entrada, saída e do gás quente.

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Diâmetro Ideal de Temperabilidade (ASTM A255)

Calcula o diâmetro ideal D_I de Grossmann pelo método de temperabilidade calculada da ASTM A255: parte do diâmetro base do carbono, D_I = 0,54·√(%C) polegadas para grão austenítico ASTM nº 7, e o multiplica pelos fatores de liga (1 + 3,3333·Mn)·(1 + 0,7·Si)·(1 + 2,16·Cr)·(1 + 0,363·Ni)·(1 + 3,0·Mo). O resultado, já convertido para milímetros, é o diâmetro da barra que ainda temperaria com 50 % de martensita no centro se o meio de resfriamento fosse ideal — ou seja, é o índice que ordena aços pela PROFUNDIDADE de endurecimento, e não pela dureza máxima, que depende praticamente só do carbono. Como os fatores são multiplicativos e não aditivos, 1 % de manganês sozinho já multiplica a temperabilidade por 4,33, enquanto o mesmo 1 % de níquel a aumenta em apenas 36 % — a ordem de potência é manganês, molibdênio, cromo, silício e níquel, e é ela que explica por que o níquel entra nos aços de construção mecânica pela tenacidade, não pela temperabilidade. Vale um aviso de leitura: o D_I é o diâmetro que temperaria num meio ideal, de severidade infinita — em óleo o diâmetro crítico real fica entre um terço e metade dele. O fator do manganês vale até 1,2 %, acima do qual a norma troca de expressão, e a página recusa a partir daí. Informe os teores de carbono, manganês, silício, cromo, níquel e molibdênio.

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Pressão de Teste Hidrostático

Calcula a pressão de teste hidrostático de um vaso de pressão pela regra ASME (simplificada), P_teste = 1,3 · MAWP, a partir da pressão máxima de trabalho admissível MAWP (MPa). Antes de entrar em operação (e periodicamente, em revalidações), todo vaso de pressão é submetido a um TESTE HIDROSTÁTICO: ele é enchido com ÁGUA (não com gás!) e pressurizado a uma pressão SUPERIOR à de operação, para verificar a integridade estrutural e a estanqueidade antes de confiá-lo a um fluido perigoso. A ASME VIII Div. 1 (regra UG-99) exige uma pressão de teste de 1,3 vez a MAWP (corrigida pela razão de tensões admissíveis nas temperaturas de teste e projeto, aqui simplificada). Usar ÁGUA é uma questão de segurança fundamental: a água é praticamente incompressível, então armazena pouquíssima energia ao ser pressurizada — se o vaso romper durante o teste, a falha é localizada e relativamente segura (vaza, não explode); já um gás comprimido armazena enorme energia e uma ruptura seria EXPLOSIVA, podendo matar. O teste a 1,3×MAWP submete o vaso a tensões maiores que as de operação, revelando defeitos (trincas, soldas ruins, espessura insuficiente) com margem, sem chegar ao escoamento generalizado. Aprovar no teste hidrostático é condição para a certificação e a operação do vaso. Informe a MAWP.

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Normalidade

Normalidade N = M × n_equiv (fator de equivalência).

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