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Sensibilidade de Sensor

Calcula a sensibilidade de um sensor, S = Δsaída/Δentrada, a razão entre a variação do sinal de saída e a variação da grandeza medida que a provocou. É a 'inclinação' da curva de calibração: um sensor mais sensível produz maior variação de sinal para a mesma variação de entrada, facilitando a leitura. Expressa, por exemplo, em mV/°C ou mA/bar. Informe a variação da saída e a variação da entrada.

Resultado

Sensibilidade de sensor

A sensibilidade de um sensor é a 'inclinação' da sua curva de resposta: S = Δsaída/Δentrada — quanto o sinal de saída varia para cada unidade de variação da grandeza medida. Um termopar com 40 µV/°C, um sensor de pressão com 2 mA/bar: esses números são a sensibilidade. Um sensor mais sensível produz sinais maiores e mais fáceis de ler em meio ao ruído, mas pode saturar antes em faixas amplas. Não confundir com resolução (o menor incremento detectável) nem com exatidão (quão perto do valor verdadeiro): um sensor pode ser muito sensível e, ainda assim, impreciso. Informe a variação da saída e a variação da entrada.

Ferramentas Relacionadas

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Resolução de ADC (Conversor A/D)

Calcula a resolução de um conversor analógico-digital (ADC), R = FSR/2ⁿ, dividindo a faixa de fundo de escala (FSR, em volts) pelo número de níveis (2 elevado ao número de bits). É o menor degrau de tensão que o conversor distingue — quanto mais bits, mais fina a resolução: um ADC de 12 bits divide a faixa em 4096 níveis. Fundamental no projeto de aquisição de dados e instrumentação digital. Informe a faixa de fundo de escala e o número de bits.

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Incerteza Expandida

Calcula a incerteza expandida de uma medição, U = k · uc, multiplicando a incerteza combinada (uc) pelo fator de abrangência k. Enquanto a incerteza combinada corresponde a ~68% de confiança (1σ), a expandida define um intervalo de maior confiança — com k = 2, cerca de 95%, o padrão na maioria dos certificados de calibração. É o valor final reportado como '± U' no resultado. Informe o fator k e a incerteza combinada.

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Calculadora de Equivalencia ASA ISO DIN

Converte sensibilidade de filme entre as escalas ASA ISO e DIN antigas e atuais.

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Insuficiência de Superelevação

Calcula a insuficiência de superelevação de uma curva ferroviária, I = (B·V²)/(127·R) − h_a, a diferença entre a superelevação teórica de equilíbrio (para a velocidade V, raio R e bitola B) e a superelevação efetivamente aplicada na via h_a (mm). A insuficiência representa a parcela da aceleração lateral que NÃO é compensada pela superelevação aplicada — ou seja, a aceleração centrífuga residual sentida pelos passageiros e transmitida lateralmente ao trilho externo. Como uma curva tem superelevação fixa, mas é percorrida por trens a velocidades diferentes (cargueiros lentos, expressos rápidos), é impossível equilibrar todos: trens rápidos circulam com insuficiência (sentem força para fora), trens lentos com excesso (força para dentro). As normas limitam a insuficiência admissível (tipicamente 100-150 mm para trens convencionais, mais para trens pendulares que inclinam a caixa) por conforto dos passageiros, segurança e desgaste. A insuficiência é o parâmetro que permite operar trens acima da velocidade de equilíbrio da curva, dentro de limites seguros. Informe a bitola, a velocidade, o raio e a superelevação aplicada.

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Velocidade sem Carga de Motor CC

Calcula a velocidade sem carga de um motor de corrente contínua, ω = V ÷ K_e, a partir da tensão aplicada V e da constante de força contraeletromotriz K_e (V·s/rad). O resultado, em rad/s, é a rotação que o motor atinge sem carga, quando a força contraeletromotriz gerada quase iguala a tensão aplicada e a corrente cai ao mínimo. É o limite superior de velocidade do motor para uma dada tensão, base da curva torque-velocidade (que vai do torque de bloqueio na velocidade zero à velocidade sem carga no torque zero). Permite estimar a faixa de operação de servos e motores CC. Informe a tensão e a constante K_e.

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Tensão Verdadeira

Calcula a tensão verdadeira, σ_v = s × (1 + e), a partir da tensão de engenharia s (MPa) e da deformação de engenharia e. A tensão de engenharia usa a área inicial do corpo de prova, mas durante o ensaio de tração a seção real diminui; a tensão verdadeira corrige isso usando a área instantânea (assumindo volume constante na região uniforme), resultando sempre em valor maior que a de engenharia. É essencial para construir a curva tensão-deformação real e modelar o encruamento (σ = K·εⁿ). O resultado vem na mesma unidade da tensão de entrada. Informe a tensão de engenharia e a deformação de engenharia.

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