Teor Equivalente de Metal
Calcula o teor equivalente de metal de um minério polimetálico, somando ao teor do metal principal a contribuição dos metais secundários ponderada pela razão de preços: Teq = teor_principal + teor_secundário · (preço_sec/preço_princ). Converte um depósito com vários metais (ex.: cobre com ouro e prata) num único teor comparável, usado para definir o teor de corte e avaliar a jazida. Informe o teor principal, o teor secundário e o fator de preço (preço_sec/preço_princ).
Resultado
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Teor equivalente de metal
Muitas jazidas contêm vários metais ao mesmo tempo — cobre com ouro e prata, zinco com chumbo. Como comparar e avaliar um depósito assim com um único número? Pelo teor equivalente: converte-se a contribuição dos metais secundários em 'equivalente' do principal, ponderando pelo valor relativo: Teq = teor_principal + teor_secundário·(preço_sec/preço_princ). Assim, um minério de cobre que também carrega ouro vira um teor de 'cobre equivalente' que embute o bônus do ouro. Esse número unificado é usado para definir o teor de corte, comparar blocos do modelo e classificar as reservas. O cuidado é que ele depende dos preços e das recuperações de cada metal, que mudam com o tempo. Informe o teor principal, o teor secundário e o fator de preço.
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Diluição de Minério
Calcula a diluição de minério na lavra, D = estéril/(minério + estéril)·100%, a proporção de estéril que acaba misturada ao minério durante a extração, baixando o teor que chega à usina. Toda operação tem alguma diluição (contatos irregulares, desmonte impreciso); controlá-la é essencial, pois minério diluído consome energia e reagentes para processar material sem valor. Informe as massas de estéril diluído e de minério.
Tonelagem de Reservas Minerais
Calcula a tonelagem de uma reserva mineral, T = Volume · Densidade, multiplicando o volume do corpo de minério (m³) pela densidade aparente da rocha (t/m³). É o passo que converte a geometria estimada de um depósito (por sondagens e modelagem) em massa de minério — a base de toda a avaliação econômica de uma jazida. Informe o volume e a densidade do minério.
Pressão Metalostática
Calcula a pressão metalostática exercida pelo metal líquido no fundo de um molde, P = ρ × g × h, a partir da densidade do metal líquido ρ (kg/m³), da gravidade g e da altura da coluna de metal h (m). O resultado, em pascals, é a pressão que o metal fundido exerce sobre as paredes e o fundo do molde devido ao seu próprio peso — análoga à pressão hidrostática, mas com a alta densidade dos metais. É essencial para dimensionar a resistência do molde (que pode 'estourar' ou deformar sob pressão), prever a flutuação de machos e a penetração de metal em frestas. Metais densos (ferro, ~7000 kg/m³) geram pressões altas. Informe a densidade do metal e a altura da coluna.
Calculadora de Nota de Corte por Percentil
Dado um conjunto de notas e um percentil de corte (ex: top 10%), calcula a nota mínima para entrar nesse percentil. Útil para vestibular, RH.
Energia de Moagem (Índice de Bond)
Calcula a energia específica de cominuição (moagem/britagem) pela lei de Bond, W = 10 × Wi × (1/√P₈₀ − 1/√F₈₀), a partir do índice de trabalho de Bond do minério Wi (kWh/t), e dos tamanhos de partícula pelos quais passam 80% do produto (P₈₀) e da alimentação (F₈₀), em micrômetros. O resultado, em kWh por tonelada, é a energia necessária para reduzir o minério do tamanho de alimentação ao de produto. A cominuição é o maior consumo de energia da mineração (até 50% da planta). O índice Wi caracteriza a resistência do minério à fragmentação. É a base do dimensionamento de moinhos e do consumo energético. Informe o Wi, o P₈₀ e o F₈₀.
Rotação do Fuso na Usinagem
Calcula a rotação do fuso (RPM) necessária na usinagem, n = (1000·Vc) ÷ (π·D), a partir da velocidade de corte desejada Vc (m/min) e do diâmetro D (mm — da peça no torneamento ou da ferramenta no fresamento). É a operação inversa do cálculo da velocidade de corte, e na prática a mais usada na oficina: o operador conhece o material e escolhe (de tabelas do fabricante) a velocidade de corte recomendada, e precisa converter isso na rotação que vai ajustar na máquina. A relação revela um ponto fundamental: para uma mesma velocidade de corte, peças ou ferramentas de diâmetro MENOR exigem rotações MAIORES (e vice-versa). Por isso, no torneamento de uma peça de diâmetro variável (faceamento, perfis cônicos), manter a velocidade de corte constante exige variar continuamente a rotação — função que os tornos CNC fazem automaticamente (modo G96, velocidade de superfície constante), enquanto em tornos convencionais o operador ajusta por faixas. Acertar a rotação é essencial para a vida da ferramenta, o acabamento e a segurança (rotações excessivas em peças grandes geram forças centrífugas perigosas). Informe a velocidade de corte e o diâmetro.
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