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Calculadora de Vazão de Irrigação

Calcula vazão de irrigação em L/h e mm/h a partir da área irrigada, número de gotejadores e vazão unitária. Útil para projetos hidráulicos agrícolas.

Vazão de irrigação: dimensionando a demanda hídrica

A vazão do sistema por hectare vem de Q (L/h) = ETc · área / eficiência. Nessa conta, ETc é a evapotranspiração da cultura (mm/dia), a área entra em m² e a eficiência representa o fator de perda do sistema. No verão brasileiro, a ETc costuma ficar perto de 5 mm/dia para a maioria das culturas anuais. A eficiência muda bastante conforme o método. Um pivô central fica em 70–80%, a aspersão convencional em 65–75% e o gotejamento passa de 90%. Pegue 1 ha (10.000 m²) com ETc = 5 mm/dia e um pivô de 80%: a demanda dá 50.000 L/dia / 0,8 = 62.500 L/dia. Trocando por gotejamento localizado, esse valor cai cerca de 15%, já que não há deriva ao vento nem evaporação do solo molhado.

Aplicações

Aparece na agricultura de precisão, nas recomendações de manejo hídrico da EMBRAPA e nos pedidos de outorga sob a Lei 9.433/1997 (Política Nacional de Recursos Hídricos). Também ajuda a dimensionar bombas e tubulações e a montar o calendário de irrigação na estiagem.

Perguntas frequentes

Como meço a ETc? Pegue a evapotranspiração de referência (ET0, vinda de estação meteorológica) e multiplique pelo coeficiente da cultura (Kc). O Kc muda conforme o estágio fenológico da planta.

Por que gotejamento supera pivô? Porque ele leva a água direto à zona radicular, quase sem evaporação ou perda por vento. Com isso, a fração efetiva chega a 95%.

Preciso de outorga? No Brasil, quando a captação passa do limite de uso insignificante definido pelo estado (em geral ~1 L/s), já é preciso outorga da ANA ou do órgão estadual.

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Vazão de Injeção de Plástico

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Vazão de Dreno Geocomposto

Calcula a vazão de drenagem de um geocomposto drenante, q = θ·i·b, a partir da transmissividade θ (m²/s), do gradiente hidráulico i (adimensional) e da largura do dreno b (m). Esta é a aplicação prática da transmissividade: estima quanta água um geocomposto drenante (georrede entre geotêxteis, ou geotêxtil drenante) consegue conduzir em seu plano, para verificar se ele substitui adequadamente uma camada de brita ou um dreno convencional. A vazão é o produto da transmissividade (a 'condutividade' do dreno no plano, na pressão de confinamento da obra) pelo gradiente hidráulico (a inclinação da linha de carga que impulsiona o fluxo) e pela largura do dreno (a frente de drenagem). É a Lei de Darcy aplicada ao escoamento no plano do geossintético. Esse cálculo é essencial para dimensionar sistemas de drenagem com geocompostos: drenagem de gases e líquidos em aterros sanitários e mineração, drenos atrás de muros e cortinas, drenagem de coberturas verdes e estruturas enterradas, e drenos de estradas e ferrovias. Compara-se a vazão que o geocomposto fornece com a vazão de projeto (a água a ser drenada, com fator de segurança); se insuficiente, escolhe-se um geocomposto de maior transmissividade ou aumenta-se a largura. Informe a transmissividade, o gradiente hidráulico e a largura.

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Vazão Mássica de Sólidos (Draga)

Calcula a vazão mássica de sólidos transportados por uma draga ou mineroduto, ṁ_s = Q·C_v·ρ_s, a partir da vazão total da polpa Q (m³/s), da concentração volumétrica de sólidos C_v (fração) e da densidade dos sólidos ρ_s (kg/m³). A vazão mássica de sólidos é a MASSA de material útil transportado por unidade de tempo (kg/s, ou toneladas por hora multiplicando), e é o indicador de produção usado quando o que importa é a TONELAGEM — caso típico do transporte de minério por mineroduto (medido em t/h de minério seco) e do processamento mineral. Ela é o produto de três fatores: a vazão da polpa (capacidade da bomba), a concentração de sólidos (quão 'carregada' está a polpa) e a densidade dos sólidos (minérios de ferro, por exemplo, são muito densos, ~5000 kg/m³, então pouca concentração volumétrica já dá alta tonelagem). A vazão mássica de sólidos, integrada no tempo, dá a tonelagem total transportada, base do faturamento e do balanço de massa da operação. Otimizá-la — maximizando a tonelagem por unidade de energia de bombeamento — é o objetivo central da operação de minerodutos, que transportam centenas de milhões de toneladas de minério por ano por longas distâncias com eficiência energética muito superior à de caminhões ou trens. Informe a vazão da polpa, a concentração volumétrica e a densidade dos sólidos.

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Calculadora de evaporacao em tanque Classe A

Estima a evapotranspiracao de referencia (ETo) em mm/dia aplicando o coeficiente Kp do tanque Classe A a uma evaporacao medida em mm.

Os resultados desta ferramenta têm caráter apenas informativo e educativo e não constituem aconselhamento profissional, financeiro, médico, jurídico, tributário ou contábil. Confirme decisões importantes com um profissional qualificado e fontes oficiais.