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Cifra de substituição monoalfabética

Cifra/decifra com chave de substituição A-Z customizável — mostra frequência das letras para análise didática.

Substituição monoalfabética com a permutação inteira

Esta é a forma geral da qual César, Atbash e a cifra de palavra-chave são casos particulares: você declara para onde vai cada uma das 26 letras, sem restrição nenhuma. O espaço de chaves é o fatorial de 26, um número com 27 dígitos — se cada chave levasse um microssegundo, testar todas levaria mais tempo que a idade do universo.

Informe a permutação completa, 26 letras sem repetição, e o texto. A página valida a chave antes de qualquer coisa: menos de 26 letras, letra faltando ou repetida são recusadas com a razão, porque uma permutação inválida produziria uma cifra sem volta. O sentido inverso decifra com o mapeamento lido ao contrário.

O tamanho do espaço de chaves não a torna segura, e essa é a lição mais útil da cifra. Força bruta é impraticável, mas ninguém precisa dela: a frequência das letras sobrevive intacta, e com um parágrafo o criptanalista identifica as mais comuns, deduz os digramas e completa o resto por padrão de palavra. É o exemplo clássico de que chave grande não implica segurança.

Perguntas frequentes

Se são tantas chaves, por que a cifra é fraca?
Porque o ataque não é por força bruta. Cada letra do claro sempre vira a mesma do cifrado, então a estatística do idioma passa inteira para o texto cifrado. Contar frequências, olhar palavras de uma letra e procurar digramas comuns resolve um parágrafo em minutos, e existem programas que fazem isso automaticamente.
Como monto uma permutação boa?
Embaralhando de verdade, com sorteio, e não escrevendo à mão — chave feita à mão costuma manter letras perto da posição original, o que ajuda o ataque. Vale conferir que nenhuma letra mapeia para ela mesma, ainda que isso mude pouco na prática.
Isso é o mesmo que criptograma de jornal?
É exatamente isso. O passatempo de criptograma é uma substituição monoalfabética que o leitor resolve por frequência e padrão de palavra — a mesma técnica que quebra a cifra. Por isso ela é ótima para ensinar criptanálise e péssima para proteger informação.

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