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Potência de Motor (Torque × RPM)

Calcula a potência mecânica de um motor a partir do torque e da rotação, P = τ·ω = τ·2π·n/60, onde τ é o torque (N·m), n a rotação (rpm) e P a potência (W). É a relação fundamental que liga as três grandezas de um motor rotativo: um mesmo motor entrega muito torque em baixa rotação ou muita rotação com pouco torque, mas a potência é o produto dos dois. Base do dimensionamento de acionamentos. Informe o torque e a rotação.

Resultado

Potência de motor (torque × RPM)

Torque, rotação e potência são as três grandezas que definem um motor — e estão ligadas por P = τ·ω = τ·2π·n/60. O torque (N·m) é a força de giro; a rotação (rpm) é a velocidade; a potência (W) é o que realmente realiza trabalho por unidade de tempo. A relação revela um princípio fundamental: um mesmo nível de potência pode ser entregue como muito torque em baixa rotação (um guincho) ou muita rotação com pouco torque (uma furadeira) — e é exatamente isso que uma caixa de redução faz, trocando rotação por torque sem mudar a potência (idealmente). Por isso dimensionar um acionamento exige conhecer as três: escolher o motor pela potência e a redução pelo torque na rotação de trabalho. Informe o torque e a rotação.

Ferramentas Relacionadas

Potência do Motor de Elevador

Calcula a potência do motor de um elevador, P = m·g·v ÷ η, a partir da carga útil m (kg), da gravidade g (9,81 m/s²), da velocidade nominal v (m/s) e do rendimento η do conjunto (motor, redutor, polias). O resultado, em watts, é a potência mecânica necessária para içar a carga à velocidade nominal. Na prática, o contrapeso (que equilibra a cabine mais ~45% da carga) reduz a potência efetiva, e a regeneração de energia na descida pode devolver parte ao sistema. É o cálculo base do dimensionamento da máquina de tração. Informe a carga, a velocidade e o rendimento.

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Torque de Servo para Braço

Calcula o torque estático necessário para um servomotor sustentar um braço horizontal, T = m·g·L, a partir da massa na ponta m, da gravidade g (9,81 m/s²) e do comprimento do braço L. O resultado, em N·m, é o torque mínimo que o servo precisa fornecer para manter o braço na horizontal contra o peso da carga — a posição mais desfavorável. É um cálculo essencial no projeto de braços robóticos, garras e mecanismos atuados por servos, dimensionando o motor com margem de segurança sobre esse valor. Para braços com massa própria, considera-se o centro de massa. Informe a massa e o comprimento do braço.

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Torque de Motor pela Corrente

Calcula o torque produzido por um motor de corrente contínua, T = K_t·I, a partir da constante de torque K_t (N·m/A) e da corrente de armadura I. O resultado, em N·m, mostra que o torque de um motor CC é diretamente proporcional à corrente — é por isso que medir a corrente é a forma mais simples de estimar (e limitar) o torque e detectar sobrecargas. A constante de torque K_t é uma característica do motor (numericamente igual à constante de força contraeletromotriz K_e em unidades SI). É a base do controle de torque em servomotores e robótica. Informe a constante de torque e a corrente.

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Velocidade sem Carga de Motor CC

Calcula a velocidade sem carga de um motor de corrente contínua, ω = V ÷ K_e, a partir da tensão aplicada V e da constante de força contraeletromotriz K_e (V·s/rad). O resultado, em rad/s, é a rotação que o motor atinge sem carga, quando a força contraeletromotriz gerada quase iguala a tensão aplicada e a corrente cai ao mínimo. É o limite superior de velocidade do motor para uma dada tensão, base da curva torque-velocidade (que vai do torque de bloqueio na velocidade zero à velocidade sem carga no torque zero). Permite estimar a faixa de operação de servos e motores CC. Informe a tensão e a constante K_e.

Potência Dissipada no Freio

Calcula a potência dissipada por um freio em regime de torque, P = T·(2π·n/60), a partir do torque de frenagem T (N·m) e da rotação n (rpm). A potência dissipada é a taxa com que o freio converte energia mecânica em calor — o produto do torque de frenagem pela velocidade angular. É um parâmetro distinto da ENERGIA total de frenagem: a energia é o total de calor gerado (em joules), enquanto a potência é a INTENSIDADE com que esse calor é gerado (em watts), e é ela que determina a temperatura de regime do freio. Um freio que dissipa muita energia, mas lentamente (baixa potência), aquece pouco; um que dissipa a mesma energia rapidamente (alta potência) aquece muito mais. A potência dissipada é crítica em freios que trabalham de forma CONTÍNUA ou repetitiva: freios de retenção em descidas longas, freios de equipamentos industriais (guinchos, pontes rolantes, esteiras que precisam segurar carga), e dinamômetros (que medem potência de motores justamente dissipando-a em um freio). Nesses casos, a potência dissipada em regime define a capacidade de REFRIGERAÇÃO necessária (ventilação, refrigeração a água) para manter a temperatura estável. Igualar a potência dissipada à capacidade de resfriamento dá a temperatura de equilíbrio. Informe o torque de frenagem e a rotação.

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Velocidade de Motor de Passo

Calcula a velocidade de rotação de um motor de passo, RPM = (pps × 60 × ângulo de passo) ÷ 360, a partir da frequência de pulsos pps (passos por segundo) e do ângulo de passo do motor (graus por passo). O resultado, em rotações por minuto, relaciona a frequência de comando enviada ao driver com a velocidade efetiva do eixo. Motores de passo perdem torque em altas velocidades, então existe uma rotação máxima prática. É um cálculo essencial para programar a velocidade de eixos em impressoras 3D, CNC e automação. Informe a frequência de pulsos e o ângulo de passo.

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