Taxa de Deposição (Soldagem)
Calcula a taxa de deposição de uma soldagem, dividindo a massa de metal depositado pelo tempo de arco aberto, resultando em kg/h. É um indicador central da produtividade do processo: processos como arco submerso e MIG/MAG têm taxas muito maiores que o eletrodo revestido. Combinada com o fator de operação (tempo real de arco), estima a produção de uma junta. Informe a massa depositada e o tempo de arco.
Resultado
—
Taxa de deposição (soldagem)
A taxa de deposição mede a produtividade bruta de um processo de soldagem: quantos quilos de metal são depositados por hora de arco aberto. As diferenças entre processos são enormes — o eletrodo revestido manual deposita ~1–3 kg/h; o MIG/MAG, 3–8; o arco submerso, 10–20 ou mais, soldando trilhos e cascos de navio. Mas atenção: a taxa de deposição é a velocidade com o arco aberto. A produção real depende também do fator de operação — a fração do turno em que o soldador está de fato soldando (e não posicionando peças, trocando eletrodos ou limpando escória), tipicamente só 20–40% no eletrodo revestido. Taxa de deposição × fator de operação × horas = produção real. Informe a massa depositada e o tempo de arco.
Ferramentas Relacionadas
Diluição na Soldagem
Calcula a diluição de uma soldagem, D = (área de metal base fundido / área total do cordão)·100%, a proporção do cordão que veio do metal base, em vez do metal de adição. É crucial em revestimentos e na união de metais dissimilares: alta diluição mistura mais o metal base, alterando a composição e as propriedades do cordão (na soldagem de revestimentos anticorrosão, busca-se diluição baixa). Informe a área de metal base fundido e a área total do cordão.
Temperatura de Pré-aquecimento
Estima a temperatura de pré-aquecimento para soldagem, Tp = 350·√(CE − 0,25), em função do carbono equivalente (CE) do aço. O pré-aquecimento reduz a velocidade de resfriamento, dando tempo para o hidrogênio escapar e evitando a formação de martensita frágil e trincas a frio na zona afetada pelo calor. Aços com CE alto exigem maior pré-aquecimento. Informe o carbono equivalente do aço.
Aporte Térmico (Soldagem)
Calcula o aporte térmico (heat input) de uma soldagem, H = (V·I·60)/(v·1000), em kJ/mm, a partir da tensão do arco (V), da corrente (I) e da velocidade de soldagem (v, em mm/min). É um dos parâmetros mais importantes da soldagem: controla a velocidade de resfriamento, a microestrutura, a dureza da zona afetada pelo calor e o risco de trincas. Aporte alto amolece e distorce; baixo endurece e fragiliza. Informe a tensão, a corrente e a velocidade de soldagem.
Pressão Metalostática
Calcula a pressão metalostática exercida pelo metal líquido no fundo de um molde, P = ρ × g × h, a partir da densidade do metal líquido ρ (kg/m³), da gravidade g e da altura da coluna de metal h (m). O resultado, em pascals, é a pressão que o metal fundido exerce sobre as paredes e o fundo do molde devido ao seu próprio peso — análoga à pressão hidrostática, mas com a alta densidade dos metais. É essencial para dimensionar a resistência do molde (que pode 'estourar' ou deformar sob pressão), prever a flutuação de machos e a penetração de metal em frestas. Metais densos (ferro, ~7000 kg/m³) geram pressões altas. Informe a densidade do metal e a altura da coluna.
Taxa de Remoção de Material (Torneamento)
Calcula a taxa de remoção de material (MRR) no torneamento, Q = Vc·a_p·f, a partir da velocidade de corte Vc (m/min), da profundidade de corte a_p (mm) e do avanço f (mm/volta). O resultado, em cm³/min, é o volume de material que a operação remove por unidade de tempo — a medida direta da PRODUTIVIDADE da usinagem. Maximizar a taxa de remoção (reduzindo o tempo de fabricação e o custo por peça) é o objetivo central no desbaste, e se consegue aumentando qualquer um dos três fatores: velocidade de corte, profundidade ou avanço. Mas há limites e compromissos: aumentar a velocidade de corte reduz a vida da ferramenta (Taylor); aumentar a profundidade e o avanço aumenta a força e a potência de corte exigidas (podendo exceder a capacidade da máquina ou causar vibração/chatter) e piora o acabamento. Por isso a estratégia típica usa altas taxas de remoção no DESBASTE (priorizando produtividade) e baixas no ACABAMENTO (priorizando precisão e rugosidade). A taxa de remoção, multiplicada pela energia específica de corte do material, dá a potência necessária. Informe a velocidade de corte, a profundidade de corte e o avanço.
Consumo de Eletrodos
Estima a quantidade de eletrodos necessários para uma soldagem, dividindo a massa total de metal a depositar pela massa depositada por eletrodo (arredondando para cima). É um cálculo prático de planejamento e orçamento na soldagem com eletrodo revestido, evitando comprar a mais ou parar o serviço por falta de consumível. Informe a massa total da solda e a massa depositada por eletrodo.
Os resultados desta ferramenta têm caráter apenas informativo e educativo e não constituem aconselhamento profissional, financeiro, médico, jurídico, tributário ou contábil. Confirme decisões importantes com um profissional qualificado e fontes oficiais.