Calculadora de Pressão
Calcula pressão P = F/A com força em N e área em m². Resultado em Pa, kPa e bar.
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Pressão: P = F/A
Pressão é força por unidade de área: P = F/A, medida em pascals (1 Pa = 1 N/m²). A pressão atmosférica padrão é 101.325 Pa = 1 atm = 760 mmHg = 14,7 psi = 1.013 hPa. Quanto menor a área, maior a pressão — por isso um salto-alto (≈1 mm² de contato) apoiando 70 kg gera ≈70 MPa, muito mais que um pneu de carro (200 kPa ≈ 30 psi). A pressão arterial é informada em mmHg (sistólica/diastólica, ex: 120/80). A pressão hidrostática segue P = ρ·g·h — a cada 10 m de água soma-se cerca de 1 atm, daí o mergulhador precisar compensar. O princípio de Pascal (a pressão se transmite integralmente em um fluido confinado) é a base de prensas e freios hidráulicos.
Aplicações
Meteorologia (hPa em mapas de tempo), calibragem de pneus, panela de pressão (≈1,8 atm), aviação (altímetro infere altitude pela pressão), engenharia de fundação, sistemas hidráulicos, mergulho e instrumentos médicos (esfigmomanômetro, ventiladores pulmonares).
Perguntas frequentes
Por que faca afiada corta melhor? Mesma força aplicada em área muito menor resulta em pressão muito maior — o fio concentra a força numa borda fina.
Pa, bar, psi, atm — qual usar? O SI é Pa; bar (10⁵ Pa) é comum na indústria; psi nos EUA/pneus; atm na química. 1 bar ≈ 1 atm (com diferença de 1,3%).
Pressão é vetor? Não — pressão é escalar. A força que ela produz sobre uma superfície é vetor, sempre normal à superfície.
Ferramentas Relacionadas
Espessura de Tampo Hemisférico (ASME)
Calcula a espessura mínima de um tampo (calota) hemisférico de vaso de pressão pela fórmula ASME Seção VIII, t = (P·r) ÷ (2·S·E − 0,2·P), a partir da pressão interna P (MPa), do raio interno r (mm), da tensão admissível S (MPa) e da eficiência da junta E. Os tampos (cabeçotes) fecham as extremidades do casco cilíndrico de um vaso de pressão, e sua forma é decisiva para a eficiência estrutural. O tampo HEMISFÉRICO (meia-esfera) é o MAIS EFICIENTE de todos: como a esfera distribui a pressão igualmente em todas as direções (tensão de membrana uniforme), o tampo hemisférico precisa de apenas cerca de METADE da espessura do casco cilíndrico de mesmo raio e pressão (compare o '2·S·E' no denominador com o 'S·E' do casco). Por isso é a escolha para vasos de alta pressão. A desvantagem é a fabricação mais cara e a maior altura (ocupa mais espaço). Para pressões e custos moderados, usam-se tampos elípticos (2:1) ou toriesféricos, intermediários. A escolha do tipo de tampo é um compromisso entre espessura/material (custo), espaço e facilidade de fabricação. Esta fórmula é fundamental no projeto completo de um vaso, que combina casco e tampos. Informe a pressão, o raio interno, a tensão admissível e a eficiência da junta.
Pressão de Contato Cabo-Polia
Calcula a pressão de contato entre um cabo de aço e a garganta de uma polia (ou tambor), p = 2·T ÷ (d·D), a partir da tração no cabo T (N), do diâmetro do cabo d (m) e do diâmetro da polia D (m); o resultado é em kPa. Quando um cabo de aço tracionado contorna uma polia, ele pressiona a garganta da polia com uma pressão de contato que depende da tração e da geometria. Essa pressão é um fator crítico de DESGASTE do cabo e da polia: pressões altas (cabo muito tracionado, polia de pequeno diâmetro, cabo grosso) aceleram o desgaste por abrasão dos fios externos do cabo e o desgaste da garganta da polia, reduzindo a vida de ambos. A pressão de contato é INVERSAMENTE proporcional ao diâmetro da polia — por isso polias e tambores maiores prolongam a vida do cabo (além de reduzir a fadiga de flexão). As normas e os fabricantes especificam pressões admissíveis conforme o material da polia (aço, ferro fundido, polímero) e do cabo. Junto com a relação D/d (que governa a fadiga de flexão), a pressão de contato define a durabilidade do sistema cabo-polia. Controlar a pressão de contato — usando polias adequadas e mantendo a tração dentro dos limites — é essencial para a vida útil e a segurança de guindastes, elevadores e teleféricos. Informe a tração no cabo, o diâmetro do cabo e o diâmetro da polia.
Distância de Frenagem
Calcula distância de frenagem (m): v² / (2·μ·g), com μ atrito típico 0.7 e g 9.81.
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