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Gerador de Código E-ticket Aéreo

Gera código e-ticket de companhia aérea (13 dígitos: XXX-NNNNNNNNNN, formato IATA). Útil para mockups de check-in.


  

Código de passagem (PNR) vs e-ticket: o que é cada um

O código de passagem — também chamado de PNR (Passenger Name Record), localizador, booking reference, código de reserva ou código de confirmação — é uma sequência curta alfanumérica de 5 ou 6 caracteres gerada pelo Global Distribution System (GDS) no instante em que a reserva é criada. Ele identifica a reserva, não o pagamento. O número do e-ticket (13 dígitos, XXX-NNNNNNNNNN) só existe depois que o bilhete é emitido contra uma forma de pagamento. Exemplos reais: ABC123 (estilo Sabre/Amadeus de 6 chars), 4F8XYZ (Galileo), KLM92P. As letras I e O e os dígitos 0/1 costumam ser evitados porque se confundem no itinerário impresso.

Os GDS: Sabre, Amadeus e Travelport

Três Global Distribution Systems dominam o planeta:

  • Sabre — nasceu dentro da American Airlines no começo dos anos 1960 como Semi-Automated Business Research Environment; hoje é uma empresa independente listada na NYSE, forte nas Américas.
  • Amadeus — fundada em 1987 por Air France, Iberia, Lufthansa e SAS; sede em Madri, dominante na Europa.
  • Travelport — opera os sistemas Galileo, Worldspan e o legado Apollo; popular entre agências dos EUA.

Desde 2014 o padrão XML NDC (New Distribution Capability) da IATA vem substituindo gradualmente o EDIFACT dos anos 1980 usado nos GDS, permitindo que as companhias distribuam conteúdo rico (fotos de poltrona, ancillaries, pacotes) direto para agências e OTAs (Decolar, Expedia, Booking, Kayak).

Ciclo da reserva: da busca ao embarque

Funil típico: busca do cliente → cotação tarifária → PNR criado (localizador retornado) → opção/hold em algumas tarifas (PNR fica reservado por 24h sem pagamento) → pagamentoe-ticket emitido (mensagem TKTT) → check-in (24-48h antes do voo) → cartão de embarque com código de barras BCBP. O PNR pode depois ser splitado em sub-PNRs para grupos multi-passageiros, e em voos code-share ele pode residir em um GDS de outra companhia que não a operadora do aeronave. PNRs acumulam um rastro forense (IP, geolocalização, instrumento de pagamento, ID do escritório da agência) usado rotineiramente em investigações antifraude e policiais.

Usos legítimos de códigos mock

PNRs mock são úteis para: construir protótipos de apps de viagem com telas realistas de itinerário; rodar testes automatizados contra sandboxes GDS (Sabre Dev Studio, Amadeus for Developers, Travelport Universal API); popular bases de staging de OTAs; demonstrar portais de self-service para trainees de call center; exercícios em sala de aula de turismo e gestão de aviação. Rotule sempre o dado mock claramente como dado de teste para que não seja confundido com reserva real por analistas ou back-office.

Perguntas frequentes

O PNR muda? O código de 5/6 caracteres em si é permanente para aquela reserva, mas os voos, datas e dados do passageiro podem ser atualizados (irregular operations, mudanças de malha, correção de nome).

Consigo consultar a reserva só com o PNR? A maioria das companhias permite Minhas Viagens com PNR + sobrenome do passageiro; algumas exigem também o número do e-ticket para alterações.

Perdi meu PNR — dá para recuperar? Sim. Entre em contato com a companhia emissora ou agência informando nome do passageiro, trecho e data aproximada; eles localizam o PNR no GDS.

Estes códigos são reservas reais? Não. Seguem o padrão visual alfanumérico de um PNR, mas não estão registrados em Sabre, Amadeus ou Travelport. Use-os para protótipos de apps de viagem, testes em sandboxes de APIs GDS, pesquisa de UX e demos em sala de aula — nunca para reivindicar ou alterar reserva real, o que configura fraude.

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