Gerador de empresa+endereço fake
Gera empresa fictícia com endereço completo brasileiro (rua, número, bairro, CEP, cidade, UF) para mocks.
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Um perfil completo de empresa mock em um clique
Dados B2B brasileiros de teste são difíceis de montar porque são relacionais: um perfil de empresa convincente precisa de razão social, nome fantasia, CNPJ com DVs módulo 11 válidos, inscrições estadual e municipal (IE / IM), CNAE principal, endereço geograficamente coerente (logradouro + número + bairro + cidade + UF + CEP), telefone, e-mail e lista de sócios. Inventar isso à mão para centenas de linhas de seed é cansativo; manter tudo coerente entre si — o CEP pertencer mesmo àquela cidade, o CNAE bater com o porte da empresa, a IE seguir a regra do estado — é o que faz mock data confiável.
O que sai numa empresa fake coerente
- Razão social e nome fantasia — nome legal (ex.: "Souza & Almeida Tecnologia LTDA") mais marca; cobre os tipos jurídicos mais comuns (LTDA, S.A., MEI, EIRELI).
- CNPJ — 14 dígitos com dois DVs módulo 11; o novo CNPJ alfanumérico (em vigor em 2026) também é suportado pela família de validadores.
- IE / IM — Inscrição Estadual segue regras por UF; Inscrição Municipal varia por prefeitura.
- CNAE — atividade econômica principal, coerente com o tipo jurídico (MEI só pode adotar CNAEs da lista oficial de MEI).
- Endereço — tipos de logradouro variam entre Rua, Avenida, Alameda, Praça, Travessa, Estrada, Rodovia, Largo, Beco. O CEP é escolhido para mapear de fato à cidade + UF (dá pra conferir no ViaCEP ou na BrasilAPI).
- Sócios — partners com CPFs e nomes mock próprios; o percentual de participação soma 100%.
Onde encaixar na sua stack
- Demos de ERP / contabilidade — popular o cadastro de clientes e fornecedores sem expor dados reais da Receita Federal.
- Seed de CRM — contas em Salesforce, HubSpot ou RD Station realistas o bastante para demonstrar deduplicação, segmentação e roteamento.
- Sandbox Sefaz NF-e / NFS-e — um CNPJ mock cujo DV passa no algoritmo é o mínimo para emitir notas de teste.
- Sandbox eSocial — o ambiente de testes do governo exige perfis de empregador; fakes coerentes deixam toda trace de API reprodutível.
- Dashboards de BI — demos em Power BI / Looker com distribuição plausível: comércio ≈ 40%, serviços ≈ 30%, indústria ≈ 10%, espelhando a estatística real de CNAEs no Brasil.
LGPD, fraude e a linha legal
Dados sintéticos são isentos de LGPD porque não se referem a nenhuma pessoa identificável — é exatamente para isso que se geram. A linha que não dá para cruzar é usar um perfil falso para abrir conta real, emitir nota fiscal real ou registrar na Junta Comercial; aí entra arts. 171 (estelionato) e 299 (falsidade ideológica) do Código Penal. Um anti-pattern útil de evitar é deixar o CNPJ aleatório colidir com um real — geradores que enviesam o prefixo para fora de faixas ativas (ou começam com raízes "mortas" tipo 00.000.000) reduzem dramaticamente esse risco.
Perguntas frequentes
O CEP realmente pertence à cidade? Sim — o gerador escolhe um CEP cujos cinco primeiros dígitos batem com a UF escolhida e um bairro plausível. Dá para validar no ViaCEP: viacep.com.br/ws/01310-100/json/.
Os CPFs dos sócios também são mock? Sim. Cada sócio vem com um CPF gerado que passa no algoritmo oficial módulo 11, mas não está registrado na Receita Federal — coerente para testes, inútil para fraude.
Dá para abrir uma empresa real com isso? Não. Os dados são estruturalmente válidos, mas não estão registrados em lugar algum; a Junta Comercial recusaria na primeira checagem cruzada. Use a ferramenta só para sandboxes, fixtures e demos.
Passa no validador Sefaz NF-e? A matemática do CNPJ passa na verificação estática de DV. A emissão real depende do whitelist do ambiente de testes — em sandboxes mais próximos da produção ainda pode ser necessário um credenciamento emitido pela Sefaz.
Por que incluir IE se ela varia por estado? Porque a maioria dos ERPs e motores fiscais ramifica pela presença da IE. Mesmo um placeholder seguindo a regra da UF mantém os testes de integração determinísticos.
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