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Gerador de RG Fake por UF

Gera números de RG respeitando o padrão de formatação visual da UF (SP, MG, RJ, RS etc.) para uso em testes — fictícios e sem validade legal.

Atenção: os RGs gerados são fictícios. Servem apenas para popular bases de teste — não use em documentos reais.

Por que um gerador de RG por UF?

O Brasil nunca teve um algoritmo nacional de carteira de identidade. Cada Secretaria de Segurança Pública (SSP) — e, em alguns estados, o IGP ou o IIRGD — desenhou seu próprio formato, comprimento e regra de dígito verificador. Por isso um gerador por UF não é firula: a única forma de popular fixtures realistas para um CRM multiestado, um sandbox de integração com Detran ou uma máscara de frontend é emitir números que batam com o órgão emissor real. Escolher SP aqui produz o leiaute SSP-SP de 8 dígitos com o famoso DV módulo 11; escolher MG entrega o prefixo MG-XX.XXX.XXX; e assim por diante.

Peculiaridades por UF

  • SP (SSP-SP, historicamente IIRGD)XX.XXX.XXX-D: 8 dígitos mais 1 DV, módulo 11 com pesos 2 a 9, DV grafado como X quando o resultado é 10.
  • RJ (DETRAN-RJ, antes IFP) — 8 dígitos mais 1 DV; mesma família de módulo 11, mas com ordem de pesos diferente.
  • MGMG-XX.XXX.XXX: prefixo do estado com 2 letras seguido de 7 dígitos; pool administrado pela SSP-MG.
  • PR (SESP-PR) — 8 dígitos mais DV.
  • RS (IGP-RS) — 10 dígitos sem separadores.
  • BA — 9 dígitos mais DV; GO / DF (PCDF) seguem padrões similares.

A anomalia "um RG por UF"

Como as SSPs operavam isoladas, um brasileiro podia legalmente ter um RG em São Paulo, outro na Bahia e outro no Rio Grande do Sul, com números e fotos completamente diferentes. A Lei nº 7.116/1983 padronizou o desenho, mas não a numeração — e é exatamente essa lacuna que a nova CIN — Carteira de Identidade Nacional fecha: desde 2023 a CIN usa o CPF como número único nacional, embute biometria em chip de policarbonato (em vez do antigo PVC laminado) e adota a zona de leitura por máquina do padrão ICAO 9303. Os RGs antigos seguem válidos até 2032; depois disso só a CIN será aceita. O modelo intermediário "RG-Mercosul" também está sendo absorvido pela CIN.

Quando usar um gerador por UF

  • Integrações sandbox Detran / SSP — serviços que ramificam por UF precisam cobrir todas as variantes.
  • Máscaras e validadores de frontend — garanta que o input alterna entre XX.XXX.XXX-X, MG-XX.XXX.XXX e formatos puramente numéricos.
  • Seed de CRM — para testar a deduplicação de "mesma pessoa em estados diferentes" que a CIN foi desenhada para resolver.
  • OCR de documentos — treinar pipelines de regex contra cada leiaute legítimo de UF.

Perguntas frequentes

Posso usar um RG gerado em um formulário real? Não. O número é estruturalmente plausível, mas não está registrado em nenhuma SSP. Submetê-lo a um serviço real é fraude de identidade — Código Penal arts. 299 (falsidade ideológica) e 307 (falsa identidade).

Este gerador valida o DV de todos os estados? Só SP, RJ e PR têm DV módulo 11 publicamente documentado. Muitas bibliotecas que dizem "validar qualquer RG" aplicam silenciosamente a regra paulista em tudo — por isso um gerador por UF é mais honesto: ele emite o formato, não um DV garantido.

A CIN vai substituir o RG? Sim, gradualmente. A emissão começou em 2023 e o prazo de 2032 encerra a aceitação dos RGs estaduais antigos. Em toda UF, novas emissões já são CIN por padrão.

Por que o DV de São Paulo às vezes é a letra X? Porque 10 não cabe em um dígito. A convenção da SSP-SP escreve X nesse slot (10 em algarismo romano) — o mesmo truque usado pelo ISBN-10.

Serve para dados de teste multiestado? Sim — é exatamente para isso. Escolha cada UF, gere um lote e carregue o CSV no seu CRM ou cliente Detran.

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