Gerador de IMEI (teste)
Gera IMEI fictício de 15 dígitos com algoritmo de Luhn correto. Apenas para testes — não use para fins ilegais.
Como o IMEI identifica um dispositivo móvel
O IMEI — International Mobile Equipment Identity é o número de quinze dígitos que identifica unicamente o hardware de um dispositivo móvel nas redes celulares: smartphones, feature phones, modems LTE/5G, módulos de IoT. É o identificador do aparelho, não do chip; o chip SIM carrega o IMSI (International Mobile Subscriber Identity), que é o que vincula o dispositivo a um número de telefone e a uma operadora.
Todo celular GSM, UMTS, LTE e 5G no mundo tem ao menos um IMEI — modelos dual-SIM têm dois. O jeito mais fácil de consultar é discar *#06# no teclado; também aparece sob a bateria, na bandeja do SIM, na caixa original e nas configurações do sistema operacional.
Estrutura do IMEI (15 dígitos)
Os quinze dígitos se dividem em três blocos: um TAC — Type Allocation Code de 8 dígitos, alocado pela GSMA e que identifica modelo e fabricante; um número de série de 6 dígitos atribuído sequencialmente pelo fabricante a cada unidade; e 1 dígito verificador. Exemplos de TACs: 35-29-50-04 pertence ao iPhone 6 cinza espacial; 35-32-32-09 a um Samsung Galaxy S6. A variante IMEISV tem 16 dígitos — substitui o DV por um SVN (Software Version Number) de dois dígitos.
Cálculo do dígito verificador (Luhn)
O DV do IMEI é calculado pelo algoritmo de Luhn, o mesmo usado pelos cartões de crédito. Da direita para a esquerda (excluindo o próprio DV), dobra-se cada segundo dígito; se o resultado for maior que 9, subtrai-se 9. Soma-se todos os dígitos; o DV é o valor que faz o total ser múltiplo de 10. Um DV correto não prova que o aparelho é real — só que o número está bem formado.
CEIR, bloqueio por roubo e a regulação no Brasil
Quando um celular é reportado como roubado, a operadora coloca o IMEI em lista negra para impedir o registro em qualquer rede compatível. A GSMA agrega as listas dos países no CEIR (Central Equipment Identity Register), compartilhando os bloqueios globalmente. No Brasil, a Anatel mantém a lista de IMEIs homologados e opera o serviço nacional de bloqueio. Alterar IMEI (reprogramar um aparelho roubado, "clonagem de IMEI") é crime no Brasil pela Lei 12.737/2012 e pelo art. 313-A do Código Penal, e é igualmente ilegal na maioria dos países.
Perguntas frequentes
A ferramenta gera o IMEI de um aparelho real? Não. A saída é Luhn-válida (o DV fecha) mas o TAC e o serial são aleatórios e não estão registrados na GSMA. Não corresponde a nenhum aparelho real.
Serve para desbloquear ou resetar um iPhone? Não. A Apple verifica o IMEI nos seus servidores contra o registro original de compra; um número gerado não burla o Activation Lock, o iCloud nem trava da operadora.
É legal trocar o IMEI do meu celular? Não no Brasil e na maioria dos países. A reprogramação de IMEI é tratada como adulteração de dispositivo e, quando envolve aparelho furtado, como receptação.
Para que serve, então? Mock de dados para testes em sistemas de telecom, validação de formulários de módulos IoT, datasets de treinamento, testes unitários de regex/Luhn e prototipagem de UX. A geração roda inteiramente no seu navegador.
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