Gerador de UUID
Gere UUIDs (Universally Unique Identifiers) v4 aleatórios com um clique. Copie individualmente ou em lote. Processado no navegador, sem enviar dados para servidores.
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O que é UUID?
UUID (Universally Unique Identifier) é um identificador de 128 bits padronizado pela RFC 4122. O formato é xxxxxxxx-xxxx-4xxx-yxxx-xxxxxxxxxxxx, onde o dígito 4 indica a versão e y indica a variante.
UUIDs v4 são gerados com bytes aleatórios, garantindo probabilidade astronomicamente baixa de colisão. São amplamente usados como chaves primárias em bancos de dados, identificadores de sessão e tokens de API.
O que é um UUID, na prática
UUID — Universally Unique Identifier — é um número de 128 bits representado como 32 caracteres hexadecimais em cinco grupos separados por hífen, como 550e8400-e29b-41d4-a716-446655440000. A Microsoft chama o mesmo conceito de GUID e existem codificações alternativas como ULID e KSUID, mas todas respondem à mesma pergunta: como gerar um identificador sem coordenação com um servidor central e ainda assim confiar que ele não vai colidir com outro? O padrão atualmente é a RFC 9562, publicada em maio de 2024, que substituiu a RFC 4122.
A matemática por trás do v4 impressiona: com 122 bits aleatórios, seriam necessários cerca de 2,71 quintilhões de UUIDs para que a probabilidade de uma única colisão chegue a 1 em 1 bilhão. Na prática o gargalo é a qualidade da fonte de aleatoriedade, não o espaço de endereçamento. Use um RNG criptograficamente seguro (crypto.randomUUID() em navegadores modernos, uuid_generate_v4 no PostgreSQL, java.util.UUID.randomUUID()) e a garantia se mantém.
Versões e quando usar cada uma
v4 é puramente aleatória e continua sendo o padrão para identificadores genéricos quando a ordenação não importa. v7, introduzida na RFC 9562, antepõe um carimbo de tempo Unix de 48 bits em milissegundos a 74 bits aleatórios — os valores ordenam cronologicamente, o que melhora drasticamente a localidade de índices B-tree em bancos de dados e hoje é a recomendação para novas chaves primárias. v1 embute o endereço MAC da máquina e é desencorajada porque vaza identidade de hardware. v5 deriva o UUID de um namespace mais um nome usando SHA-1 — útil quando você precisa que a mesma entrada gere sempre o mesmo UUID.
Perguntas frequentes
UUIDs são realmente únicos? Não por construção — são estatisticamente únicos. Com v4 a probabilidade de colisão é desprezível para qualquer carga realista, mas se você gerar UUIDs com um RNG fraco (como Math.random) a garantia desmorona.
Devo usar UUID ou inteiro auto-incremento como chave primária? UUIDs permitem que múltiplos serviços gerem IDs sem coordenação e não vazam contagem de linhas, mas ocupam mais espaço e, no caso do v4, prejudicam a localidade do índice. O v7 fecha a lacuna de localidade e hoje é uma escolha sólida como padrão.
O que significa o "4" em a716-4...? O primeiro caractere do terceiro grupo codifica a versão (1, 3, 4, 5, 6, 7 ou 8). O primeiro caractere do quarto grupo codifica a variante — para UUIDs da RFC 9562 é sempre 8, 9, a ou b.
É seguro expor UUIDs em URLs? v4 e v7 são seguros para expor. Evite v1 em URLs públicas porque ela revela o endereço MAC do gerador e um carimbo de tempo bastante preciso.
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Gere UUIDs v4 com um clique
Quando você precisa de um identificador único — para uma chave de banco de dados, um registro de log ou o nome de um recurso — o UUID v4 é a escolha padrão: 128 bits aleatórios com chance praticamente nula de colisão. Esta ferramenta gera UUIDs válidos instantaneamente, sem você precisar abrir o terminal.
Dá para gerar um de cada vez ou produzir uma lista inteira de uma vez, útil para popular uma tabela de teste ou preparar um lote de identificadores. Cada UUID segue o formato canônico (8-4-4-4-12) e já vem pronto para copiar.
A geração usa a fonte de aleatoriedade criptográfica do navegador e acontece localmente — nenhum identificador é enviado ou registrado em servidores. Rápido, padrão e seguro para qualquer projeto.