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Analisador de Public-Key-Pins (HPKP)

Cole um cabeçalho Public-Key-Pins: lista os pins, marca os que não são SHA-256 em base64, lê max-age em dias, includeSubDomains e report-uri, e o que usar hoje.

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HPKP: o que aquele cabeçalho antigo fazia

O Public-Key-Pins amarrava o domínio a chaves públicas específicas: o navegador guardava as impressões digitais e passava a recusar qualquer certificado que não batesse, mesmo emitido por autoridade confiável. A ideia era boa contra autoridade comprometida. A execução saiu cara demais e o mecanismo foi abandonado.

Cole o cabeçalho que você encontrou numa configuração antiga e a página o interpreta: lista as impressões, confere se cada uma tem a forma de um SHA-256 em base64, mostra a duração em dias e sinaliza a ausência do pin de reserva, que a especificação exigia. Também avisa quando o prazo é longo o bastante para transformar um erro em incidente de semanas.

O motivo do abandono foi operacional, não teórico. Fixar a chave errada, ou perder a chave fixada, tranca os visitantes para fora do site até o prazo expirar — e não há como desfazer remotamente, porque o navegador já guardou a regra. Houve casos de site fora do ar por semanas. O Chrome removeu o suporte na versão 72, em 2018, e o Firefox seguiu. Hoje o papel é cumprido por Certificate Transparency, registro CAA no DNS e HSTS.

Perguntas frequentes

Ainda faz mal deixar o cabeçalho na configuração?
Não faz efeito nos navegadores atuais, que o ignoram. Mas vale remover: cabeçalho morto na configuração confunde quem for auditar e some ao lado de diretivas que ainda importam. Deixar código sem efeito é dívida barata de pagar.
O que substituiu o HPKP?
Três coisas juntas. Certificate Transparency, hoje exigida por padrão, torna público todo certificado emitido — o que permite detectar emissão indevida. O registro CAA no DNS limita quais autoridades podem emitir para o seu domínio. E o HSTS garante que a conexão seja sempre HTTPS.
E o Expect-CT?
Também foi aposentado, em 2023, e pelo motivo oposto ao do HPKP: ele deixou de ser necessário. A exigência de Certificate Transparency passou a ser aplicada por padrão pelos navegadores, então o cabeçalho que pedia essa verificação virou redundante.

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