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📧 Validadores

Validador de Email

Verifique se um endereço de email é válido. Analisa a estrutura, domínio e parte local. Processado no navegador, sem enviar o email para nenhum servidor.

Como usar?

Digite o endereço de email no campo acima. A ferramenta valida o formato conforme as regras RFC, analisa cada parte (local, domínio, TLD) e alerta sobre erros comuns de digitação.

Como funciona a validação de email

Um endereço de email tem duas partes separadas por um único @: a parte local (antes do @) e o domínio (depois). A sintaxe é definida pelas RFC 5321 (SMTP) e RFC 5322 (formato de mensagem). Pela RFC 5321 §4.5.3.1, a parte local é limitada a 64 octetos e o domínio a 255 octetos, mas o caminho completo, incluindo os colchetes angulares, não pode passar de 256 octetos — então o limite prático do endereço é 254 caracteres, não os 320 que os limites individuais sugerem ingenuamente.

Esta ferramenta verifica apenas a validade estrutural — caracteres certos nos lugares certos, comprimento aceitável e um domínio com pelo menos um ponto seguido de um TLD válido. Ela não confirma que a caixa postal existe. Para isso seria preciso consultar o registro MX no DNS e depois fazer um handshake SMTP RCPT TO contra o servidor receptor — e mesmo isso é cada vez menos confiável: a maioria dos provedores responde "OK" para qualquer endereço e devolve a mensagem silenciosamente depois, para evitar ataques de enumeração.

Os três níveis de validação

Existem três camadas práticas. A validação sintática (o que esta página faz) pega erros de digitação como @ faltando, ponto duplo, caracteres ilegais ou um TLD inexistente. A validação DNS vai um passo além e confirma que o domínio tem registro MX ou A — útil para pegar quem digitou gmial.com sem querer. A verificação SMTP abre uma conexão TCP até o servidor MX e tenta um RCPT TO sem enviar a mensagem; as políticas anti-spam modernas (Google, Outlook, Apple) tornam essa abordagem instável e ainda podem listar negativamente o seu IP.

A parte local na verdade aceita um conjunto surpreendentemente amplo de caracteres pela RFC 5321 — incluindo +, ., -, _ e até strings entre aspas com espaços. Muitas regexes encontradas no Stack Overflow rejeitam endereços perfeitamente válidos. O HTML5 inclusive define propositalmente um padrão mais restrito, que recusa alguns endereços válidos pela RFC em troca de pegar erros de digitação do mundo real.

Perguntas frequentes

Por que meu email passa aqui mas o site rejeita? Muitos sites aplicam regras mais apertadas que a RFC — podem proibir o sinal +, exigir TLDs genéricos ou bloquear domínios de email descartáveis. Validade não é a mesma coisa que aceitação.

[email protected] é um endereço real? Sim — o sufixo +tag é válido pela RFC e o Gmail (assim como Outlook e Fastmail) roteia para a caixa base preservando a tag, o que permite filtrar mensagens ou detectar vazamentos.

Esta ferramenta envia algum email? Não. A validação roda inteiramente no seu navegador — nada é enviado para servidor nem para API de terceiros.

E endereços internacionalizados (EAI)? A RFC 6531 permite Unicode tanto na parte local quanto no domínio (josé@niño.es). O suporte entre provedores melhorou muito desde 2020, mas continua irregular — muitos sistemas de email antigos ainda rejeitam caracteres não-ASCII.

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Como verificar se um e-mail é válido

Um endereço de e-mail digitado errado significa cadastro perdido, mensagem que não chega e cliente que some. Este validador confere a estrutura do endereço — se a parte local, o arroba e o domínio estão no formato correto — e aponta na hora se há algo fora do lugar.

Vale destacar o que a verificação faz e o que não faz: ela confirma que o e-mail está bem formado e que o domínio tem uma cara plausível, mas não garante que a caixa de entrada existe ou que a pessoa vai receber a mensagem. Ainda assim, pegar erros de digitação antes de enviar já evita boa parte dos problemas em formulários e listas.

A análise roda inteiramente no navegador e o e-mail não é enviado para nenhum servidor. Dá para conferir endereços reais com tranquilidade, sem expor dados de ninguém.