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Capacidade Horária de Pista

Estima a capacidade horária de uma pista de pouso e decolagem, C = 3600 ÷ T, a partir do tempo médio de ocupação ou separação entre operações sucessivas T (segundos). A capacidade de uma pista — o número máximo de operações (pousos e decolagens) que ela comporta por hora — é um dos parâmetros mais importantes do planejamento aeroportuário, pois define o limite de tráfego do aeroporto. O tempo T entre operações é governado pela separação mínima por esteira de turbulência (wake turbulence) entre aeronaves, pelo tempo de ocupação da pista (desde o pouso até liberar a pista por uma saída rápida), pelos procedimentos do controle de tráfego aéreo e pela mescla de tipos de aeronave. Pistas únicas bem operadas atingem da ordem de 40 a 60 operações por hora; a capacidade aumenta com pistas paralelas, saídas de pista de alta velocidade (que reduzem o tempo de ocupação) e procedimentos otimizados. Quando a demanda se aproxima da capacidade, formam-se atrasos que crescem de forma não-linear (teoria de filas), motivando expansões ou medidas de gestão de fluxo (slots). Informe o tempo médio entre operações.

Resultado

Capacidade horária de pista

A capacidade horária de uma pista é C = 3600 ÷ T, a partir do tempo médio de ocupação ou de separação entre operações sucessivas T (em segundos). A capacidade — o número máximo de operações (pousos e decolagens) que uma pista comporta por hora — é um dos parâmetros mais importantes do planejamento aeroportuário, pois define o limite de tráfego do aeroporto. O tempo T entre operações é governado por vários fatores: a separação mínima por esteira de turbulência (wake turbulence) entre aeronaves (uma aeronave leve atrás de uma pesada precisa esperar mais, pelos vórtices de ponta de asa), o tempo de ocupação da pista (desde o toque no pouso até liberar a pista por uma saída), os procedimentos do controle de tráfego aéreo e a mescla de tipos de aeronave. Uma pista única bem operada atinge da ordem de 40 a 60 operações por hora; a capacidade aumenta com pistas paralelas, com saídas de alta velocidade (rapid-exit taxiways, que reduzem o tempo de ocupação ao permitir que o avião deixe a pista rapidamente após o pouso) e com procedimentos otimizados de aproximação e sequenciamento. Quando a demanda se aproxima da capacidade, os atrasos crescem de forma não-linear (como prevê a teoria de filas — perto da saturação, pequenas variações geram grandes atrasos), o que motiva expansões de infraestrutura ou medidas de gestão de fluxo como a alocação de slots (horários) nos aeroportos congestionados. Informe o tempo médio entre operações.

Ferramentas Relacionadas

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Taxa de Fluxo de Pico (FHP)

Calcula a taxa de fluxo de pico de uma via, q = V ÷ FHP, dividindo o volume horário V (veículos/h) pelo fator de hora de pico FHP (entre 0 e 1, razão entre o volume da hora e quatro vezes o volume do quarto de hora mais carregado). O resultado, em veículos/h, é a taxa de fluxo equivalente do período de 15 minutos mais movimentado — sempre maior ou igual ao volume horário, pois o tráfego não chega de forma uniforme. É a vazão de projeto usada na análise de capacidade e nível de serviço pelo HCM, pois dimensionar pela média horária subestimaria os picos. Informe o volume horário e o fator de hora de pico.

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Fluxo Equivalente (UCP/PCE)

Calcula o fluxo equivalente em unidades de carro de passeio (UCP, ou PCE), q = Q_carros + Q_pesados × E, somando o fluxo de automóveis ao fluxo de veículos pesados multiplicado pelo fator de equivalência E (quantos carros de passeio cada caminhão ou ônibus equivale em ocupação de via — tipicamente 1,5 a 3,0). O resultado, em UCP/h, converte uma corrente de tráfego mista numa corrente equivalente homogênea, permitindo comparar volumes e calcular a capacidade de vias com diferentes composições de tráfego. Veículos pesados ocupam mais espaço e aceleram mais devagar, sobretudo em rampas. Informe o fluxo de carros, o de pesados e o fator de equivalência.

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Tempo de Rolagem em Taxiway

Calcula o tempo de rolagem (taxi) de uma aeronave em uma pista de táxi (taxiway), t = distância ÷ velocidade, a partir da distância a percorrer (m) e da velocidade de rolagem (m/s). A rolagem é o deslocamento da aeronave no solo entre a pista de pouso/decolagem e o pátio (gate), por suas próprias turbinas, a baixa velocidade. O tempo de rolagem é um componente importante do tempo total de operação e dos custos: rolagens longas (em aeroportos grandes, com pistas distantes do terminal) consomem combustível, geram emissões e atrasos, e ocupam as taxiways — que têm capacidade limitada. A velocidade de rolagem é tipicamente de 5 a 15 m/s (cerca de 20 a 50 km/h) em trechos retos, reduzindo em curvas e cruzamentos. O cálculo do tempo de rolagem alimenta a modelagem de tráfego de solo, o dimensionamento do sistema de taxiways, a estimativa de consumo de combustível e emissões em solo, e os estudos de capacidade aeroportuária. Aeroportos eficientes minimizam as distâncias e os conflitos de rolagem com bom traçado geométrico, saídas de pista bem posicionadas e gestão do tráfego de solo. Informe a distância e a velocidade de rolagem.

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