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EIRP (Potência Irradiada Efetiva)

Calcula a potência isotrópica irradiada equivalente (EIRP), EIRP = P_tx + G − L, somando a potência do transmissor P_tx (dBm) ao ganho da antena G (dBi) e subtraindo as perdas dos cabos e conectores L (dB). O resultado, em dBm, é a potência que uma antena isotrópica teórica precisaria irradiar para produzir a mesma densidade de potência na direção de máximo ganho da antena real. É a grandeza regulada pelas agências de telecomunicações (limites legais de EIRP) e o ponto de partida do lado transmissor no cálculo de enlace. Informe a potência do transmissor, o ganho da antena e as perdas.

Resultado

EIRP (potência irradiada efetiva)

A EIRP (potência isotrópica irradiada equivalente) responde: na direção em que minha antena aponta, qual a potência efetiva que estou irradiando? Ela combina os três fatores do lado transmissor num cálculo em decibéis: EIRP = P_tx + G − L, somando a potência do transmissor P_tx (dBm) ao ganho da antena G (dBi) e subtraindo as perdas de cabos, conectores e divisores L (dB). O resultado, em dBm, equivale à potência que uma antena isotrópica teórica (que irradia igualmente em todas as direções) precisaria emitir para igualar a densidade de potência que a antena real, com seu ganho, produz na direção de máximo. A EIRP é importante por dois motivos. Primeiro, é o ponto de partida do cálculo de enlace: dela se subtraem as perdas de propagação para achar o sinal no receptor. Segundo, é a grandeza regulamentada: as agências de telecomunicações (Anatel, FCC) limitam a EIRP máxima permitida em cada faixa — por isso aumentar o ganho da antena obriga a reduzir a potência do transmissor para não ultrapassar o limite legal. Informe a potência do transmissor, o ganho da antena e as perdas.

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Margem de Desvanecimento (Fade Margin)

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Perda no Espaço Livre (FSPL)

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Ganho de Antena Parabólica

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Taxa de cambio real efetiva REER

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