Impacto Taxa Adm. Fundos
Mostra como a taxa de administração corrói o rendimento de um fundo ao longo dos anos.
Líquido final (R$)
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Impacto da taxa de administração em fundos
O rendimento dos fundos compõe ao longo do tempo, e a taxa de administração também. O retorno líquido anual é mais ou menos rendimento_bruto − taxa_adm, e no longo prazo essa subtração pequena vira um buraco enorme. Uma taxa de 1% a.a. composta em 30 anos come cerca de 25% do patrimônio final. Exemplo: deixe R$ 1M render por 30 anos a 10% bruto. Um fundo com 2% a.a. te entrega por volta de R$ 7,6M; um ETF passivo de 0,1% chega a uns R$ 16,5M. No Brasil, fundos ativos costumam cobrar 1,5–2% a.a. somados a uma taxa de performance de 20% sobre o que passar do benchmark (CDI ou IBOV). ETFs passivos cobram 0,03–0,2% (BOVA11 a 0,1%, IVVB11 a ~0,2%).
Aplicações
Educação financeira, escolha entre ETF e fundo ativo (líquido de taxas o passivo costuma sair na frente — os relatórios SPIVA mostram sempre que mais de 80% dos fundos ativos perdem do benchmark em janelas de 10+ anos), planejamento de aposentadoria em 20–30 anos e a comparação entre uma oferta de private banking e produtos de corretora de baixo custo.
Perguntas frequentes
A taxa é cobrada sobre o lucro ou sobre o patrimônio? A taxa de administração sai do patrimônio total (assets under management), tendo o fundo ido bem ou mal. Já a taxa de performance só morde o que passar do benchmark.
Por que 1% parece pouco mas pesa tanto? Porque sai todo santo ano e o valor que foi embora nunca mais compõe. Estique isso por 30 anos e esse "juro composto perdido" acaba virando a maior parte da diferença.
O cálculo inclui imposto? Não. Esta calculadora olha só o impacto da taxa. O IR (15–22,5% na maioria dos fundos, ou o come-cotas semestral) ainda corta mais um pedaço do resultado líquido.
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