Índice de Densidade do Povoamento (Reineke)
Calcula o índice de densidade do povoamento de Reineke, SDI = número de árvores por hectare × (diâmetro médio quadrático ÷ 25)^1,605, que expressa a lotação de um povoamento florestal como o número equivalente de árvores por hectare que ele teria se todas medissem 25 cm de DAP — as 10 polegadas do trabalho original de 1933, arredondadas na versão métrica. O expoente 1,605 é a inclinação da reta de autodesbaste que Reineke ajustou empiricamente, e é justamente ele que torna o índice quase independente da idade e da qualidade do sítio, ao contrário da contagem simples de árvores por hectare. O número serve para decidir desbaste comparando-o com o SDI máximo da espécie, que para a maioria fica entre 1.000 e 1.200: a mortalidade por competição costuma começar por volta de 55% a 60% do máximo, e a faixa de manejo recomendada vai de 35% a 55%. No exemplo, 559 contra um máximo de 1.100 dá cerca de 51%, ou seja, o povoamento ainda está abaixo do limiar de autodesbaste, mas já no topo da faixa de manejo. Informe o número de árvores por hectare e o diâmetro médio quadrático.
Resultado
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SDI de Reineke: a lotação que decide o desbaste
Quem faz inventário florestal volta do campo com duas colunas: árvores por hectare e diâmetro médio quadrático. Sozinhas, elas não dizem se o talhão está lotado. Um povoamento com 1.600 árvores finas e outro com 700 árvores grossas podem estar sob a mesma competição, e a contagem simples não separa os dois casos. O índice de Reineke junta densidade e diâmetro numa escala única, que se mantém comparável entre idades e classes de sítio. Sem ele a data do desbaste vira palpite, e desbaste atrasado custa incremento que não volta.
A conta é SDI = N × (Dg ÷ 25)^1,605, com N em árvores por hectare e Dg, o diâmetro médio quadrático, em centímetros. O 25 é a árvore de referência: as 10 polegadas do trabalho de 1933, arredondadas na versão métrica. O expoente 1,605 é a inclinação da reta de autodesbaste que Reineke ajustou em parcelas lotadas, e é ele que faz o índice quase não se mexer com idade ou qualidade de sítio. Com os padrões da tela, 800 árvores de 20 cm, o resultado é 559,2 — perto de 51% de um SDI máximo de 1.100. Abaixo de 35% do máximo o sítio está ocioso; acima de 55% a competição começa a matar.
O índice pressupõe povoamento equiâneo e de uma espécie só. Em floresta mista ou multiânea, um Dg médio esconde estruturas muito diferentes e o número perde sentido. O SDI máximo também não é universal: varia por espécie e vem sendo revisto para cima em plantios melhorados, de modo que comparar com o teto errado desloca a faixa de manejo inteira. O deslize de unidade mais comum é digitar o diâmetro em polegadas: 8 no lugar de 20 cm derruba a leitura de 559,2 para 128,5 e pinta um talhão vazio onde o desbaste já está atrasado.
Perguntas frequentes
O que significa o 559,2 que aparece com os valores padrão?
Posso usar a média aritmética dos diâmetros no lugar do quadrático?
Por que a ferramenta recusa árvores zero ou diâmetro zero?
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Índice de Densidade de Sedimentos (SDI)
Calcula o índice de densidade de sedimentos da ASTM D4189, o ensaio que mede o potencial de colmatação da água de alimentação de uma membrana de osmose reversa: filtra-se a amostra por membrana de 0,45 µm a 207 kPa, cronometra-se o tempo para coletar 500 mL no início e de novo ao fim do ensaio, e o índice é o percentual de perda de vazão dividido pela duração. A expressão é SDI = (1 − tempo inicial ÷ tempo final) × 100 ÷ duração, e o número traduz o quanto o filtro entupiu por minuto de ensaio: fabricantes de membrana costumam exigir menos de 5 para elemento em espiral e menos de 3 para garantia estendida, e água acima disso obriga a reforçar coagulação ou filtração a montante. O ensaio só vale se a perda de vazão ficar abaixo de 75%; se o filtro entupir antes, refaça com duração menor. Foi adotada a duração como entrada em vez de fixar 15 minutos, que é o padrão da norma, justamente porque água ruim exige repetir em 10 ou 5 minutos — resultados de durações diferentes não são comparáveis entre si, e por isso o valor é anotado como SDI₁₅, SDI₁₀ ou SDI₅. Informe o tempo inicial, o tempo final e a duração do ensaio.
Índice de Velocidade de Emergência (Maguire)
Calcula o índice de velocidade de emergência de plântulas pela fórmula de Maguire (1962), o teste de vigor mais usado em laboratório de análise de sementes. O índice soma, sobre cada data de contagem, o número de plântulas que emergiram naquele dia dividido pelo número de dias desde a semeadura: IVE = n1÷t1 + n2÷t2 + n3÷t3. Como as emergências precoces entram na soma divididas por um número menor, o índice premia o lote que emerge rápido e uniforme — dois lotes podem terminar com a mesma porcentagem final de emergência e ter IVE muito diferente, e é essa diferença que prevê o desempenho em campo. A convenção adotada é a original de Maguire: cada contagem recebe as plântulas NOVAS daquele dia, não o acumulado; usar o acumulado infla o índice porque conta a mesma plântula várias vezes. Esta versão trabalha com três datas de contagem. Informe o número de plântulas novas e o dia de cada uma das três contagens.
Índice de Calor (Heat Index)
Calcula o índice de calor a partir de temperatura (°C) e umidade relativa (NOAA, válido para T ≥ 27°C).
Índice de Larson-Skold (Corrosividade da Água)
Calcula o índice de Larson-Skold, a razão entre os ânions agressivos e os protetores de uma água: soma de cloreto e sulfato dividida pela alcalinidade, tudo convertido para miliequivalentes por litro com os pesos equivalentes 35,45 para cloreto, 48,03 para sulfato e 50,04 para a alcalinidade expressa em CaCO₃. A leitura é direta: abaixo de 0,8 a alcalinidade domina e o filme de carbonato protege o aço carbono; entre 0,8 e 1,2 a corrosão deixa de ser desprezível; acima de 1,2 cloreto e sulfato rompem o filme e a taxa de corrosão localizada dispara, cenário típico de água de reposição de torre de resfriamento operando com muitos ciclos de concentração. Ao contrário do índice de Langelier, este não diz se a água incrusta — ele mede só o poder corrosivo dos ânions, e por isso as duas leituras se complementam em vez de competir. Foi adotada a alcalinidade total como entrada, em vez de bicarbonato e carbonato separados, porque é isso que o laboratório de rotina reporta, e a conversão pelo equivalente do CaCO₃ devolve exatamente a soma dos dois em miliequivalentes por litro. Informe o cloreto, o sulfato e a alcalinidade total.
Índice de Grupo do Solo (HRB/AASHTO)
Calcula o índice de grupo da classificação HRB/AASHTO M 145, aquele número entre parênteses que acompanha a sigla do solo no relatório de sondagem: IG = 0,2a + 0,005ac + 0,01bd, em que a e b saem da porcentagem que passa na peneira nº 200 e c e d saem do limite de liquidez e do índice de plasticidade. Cada parcela entra truncada — a e b de 0 a 40, c e d de 0 a 20 — e o resultado é arredondado para inteiro e nunca fica negativo, o que faz o índice variar de 0 a 20. Quanto maior o índice de grupo, pior o solo como subleito: 0 aponta material granular limpo e bem comportado, valores acima de 12 apontam argila plástica que só serve depois de substituída ou estabilizada, e é esse número que entra nos ábacos de espessura de pavimento. Foi adotada a fórmula completa, com as duas parcelas; para os subgrupos A-2-6 e A-2-7 a norma manda usar apenas a parcela 0,01bd, e o resultado é o mesmo: todo solo A-2 tem no máximo 35% passando na peneira nº 200, que é justamente onde a parcela a zera, então as duas primeiras parcelas somem sozinhas. Informe a porcentagem que passa na peneira nº 200, o limite de liquidez e o índice de plasticidade.
Calculadora de Densidade
Calcula densidade ρ = m/V com massa em gramas e volume em mL. Resultado em g/mL = g/cm³.
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