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Índice de Produtividade do Poço

Calcula o índice de produtividade (IP) de um poço de petróleo, IP = Q/(Pr − Pwf), a razão entre a vazão produzida e o diferencial de pressão (drawdown) entre o reservatório (Pr) e o fundo do poço (Pwf). Mede a 'facilidade' com que o poço produz: um IP alto indica boa permeabilidade e conexão com o reservatório. É a base do projeto de elevação e da previsão de produção. Informe a vazão e as pressões de reservatório e de fundo.

Resultado

Índice de produtividade do poço

O índice de produtividade (IP) mede a 'generosidade' de um poço: quantos barris por dia ele produz para cada psi de queda de pressão. IP = Q/(Pr − Pwf), onde a diferença Pr − Pwf é o drawdown — o quanto se 'puxa' a pressão no fundo do poço (Pwf) abaixo da pressão do reservatório (Pr) para fazer o óleo fluir. Um IP alto revela boa permeabilidade, espessura produtiva generosa e boa conexão poço-reservatório (sem dano de formação); um IP baixo sinaliza rocha apertada ou um poço 'machucado' que talvez precise de estimulação (acidificação, fraturamento). O IP é a base da curva de IPR (Inflow Performance Relationship), que prevê quanto o poço produzirá em diferentes pressões de fundo — informação essencial para projetar o sistema de elevação (bombas, gas lift) e otimizar a produção. Informe a vazão e as pressões de reservatório e de fundo.

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Calculadora de índice pluviométrico mensal em milímetros

Calcula o índice pluviométrico médio mensal a partir da chuva acumulada anual em milímetros e do número de meses chuvosos.

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Volume de Argila pelo Raio Gama (Larionov)

Estima o volume de argila de uma formação a partir do perfil de raios gama, primeiro passo de toda avaliação petrofísica de poço. O cálculo normaliza a leitura da zona entre a areia mais limpa e o folhelho mais radioativo do intervalo, obtendo o índice de raios gama IGR = (GR − GR mínimo) ÷ (GR máximo − GR mínimo), e em seguida aplica a curva não linear de Larionov, Vsh = 0,083 × (2^(3,7 × IGR) − 1). O número devolvido é a fração do volume de rocha ocupada por argila, em porcentagem: intervalos acima de 30 a 40% costumam ser descartados como reservatório, e o valor alimenta depois as correções de porosidade e de saturação de água em areias argilosas. Foi adotada a curva de Larionov para rochas terciárias, pouco consolidadas, que é a usual em bacias sedimentares jovens; para rochas mesozoicas ou mais antigas a literatura usa Vsh = 0,33 × (2^(2 × IGR) − 1), que devolve volumes bem maiores para o mesmo IGR. Informe a leitura de raios gama da zona, a leitura mínima e a leitura máxima do intervalo.

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Atividade da Argila (Skempton)

Calcula a atividade da argila definida por Skempton, A = IP ÷ (% de partículas menores que 2 μm), a razão entre o índice de plasticidade do solo e a fração granulométrica realmente argilosa. Ela isola o efeito do mineral-argila do efeito da simples quantidade de finos: dois solos com o mesmo IP se comportam de formas muito diferentes se um deve sua plasticidade a pouca argila muito ativa e o outro a muita argila inerte. A classificação usual é A < 0,75 inativa (caulinita), 0,75 a 1,25 normal (ilita) e A > 1,25 ativa (montmorilonita), faixa em que se concentram os solos expansivos que empenam pavimentos e fundações rasas. Informe o índice de plasticidade e a fração de argila.

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Índice de Exposição de Mistura

Calcula o índice de exposição combinada a uma mistura de agentes químicos pela regra da aditividade, I = (C₁ ÷ TLV₁) + (C₂ ÷ TLV₂), somando a razão entre a concentração medida e o limite de tolerância (TLV) de cada substância. O resultado (adimensional) avalia o efeito conjunto de contaminantes que atuam sobre o mesmo órgão-alvo: se a soma exceder 1, a exposição combinada ultrapassa o limite, mesmo que nenhuma substância isolada esteja acima do seu. É o critério da ACGIH e da NR-15 para misturas de efeitos aditivos. Informe as concentrações e os limites de tolerância de duas substâncias.

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Gradiente de Pressão de Poros

Calcula o gradiente de pressão de poros de uma formação, dividindo a pressão de poros pela profundidade vertical, em psi/ft (ou kPa/m). O gradiente normal de água salgada é ~0,465 psi/ft; valores acima indicam sobrepressão (perigosa, pode causar kicks e blowouts) e abaixo, subpressão. É um parâmetro crítico de segurança na perfuração, pois define o peso de lama necessário para equilibrar a formação. Informe a pressão de poros e a profundidade vertical.

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Taxa de Remoção de Material (Torneamento)

Calcula a taxa de remoção de material (MRR) no torneamento, Q = Vc·a_p·f, a partir da velocidade de corte Vc (m/min), da profundidade de corte a_p (mm) e do avanço f (mm/volta). O resultado, em cm³/min, é o volume de material que a operação remove por unidade de tempo — a medida direta da PRODUTIVIDADE da usinagem. Maximizar a taxa de remoção (reduzindo o tempo de fabricação e o custo por peça) é o objetivo central no desbaste, e se consegue aumentando qualquer um dos três fatores: velocidade de corte, profundidade ou avanço. Mas há limites e compromissos: aumentar a velocidade de corte reduz a vida da ferramenta (Taylor); aumentar a profundidade e o avanço aumenta a força e a potência de corte exigidas (podendo exceder a capacidade da máquina ou causar vibração/chatter) e piora o acabamento. Por isso a estratégia típica usa altas taxas de remoção no DESBASTE (priorizando produtividade) e baixas no ACABAMENTO (priorizando precisão e rugosidade). A taxa de remoção, multiplicada pela energia específica de corte do material, dá a potência necessária. Informe a velocidade de corte, a profundidade de corte e o avanço.

Os resultados desta ferramenta têm caráter apenas informativo e educativo e não constituem aconselhamento profissional, financeiro, médico, jurídico, tributário ou contábil. Confirme decisões importantes com um profissional qualificado e fontes oficiais.