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Volume de Injeção (Shot)

Calcula o volume de injeção (shot) de uma peça plástica, dividindo a massa injetada pela densidade do material fundido. O shot é o volume total de plástico injetado por ciclo (peças + canais), parâmetro que precisa caber na capacidade do canhão da injetora. Junto com a capacidade da máquina, define quantas cavidades é possível encher por ciclo. Informe a massa injetada (g) e a densidade do material (g/cm³).

Resultado

Volume de injeção (shot)

O shot é a 'porção' de plástico que a injetora dispara a cada ciclo — o volume total que enche as peças e os canais de alimentação de uma vez. Calcula-se dividindo a massa injetada pela densidade do material fundido: vol = massa/densidade. Esse volume precisa caber na capacidade do canhão (a câmara à frente da rosca) — e, por boa prática, deve usar entre 25% e 80% dessa capacidade: menos que isso deixa o plástico tempo demais aquecendo (degrada); mais que isso não sobra colchão de material. O shot, junto com a capacidade da máquina, determina quantas cavidades dá para encher por ciclo. Por isso é um dos primeiros números calculados ao escolher a injetora para um molde. Informe a massa injetada e a densidade do material.

Ferramentas Relacionadas

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Capacidade de Injeção (Equivalente PS)

Converte a capacidade de injeção nominal de uma máquina (sempre especificada em poliestireno, PS, de densidade ~1,05) para a capacidade equivalente em outro material, multiplicando pela razão entre as densidades. Como o canhão tem volume fixo, a massa que ele injeta muda com a densidade do plástico — materiais mais densos rendem mais gramas por shot. Essencial para dimensionar a máquina para o material real. Informe a capacidade nominal em PS e a densidade do material.

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Tempo de Ciclo de Injeção

Calcula o tempo total de ciclo de uma injeção plástica, somando os tempos de injeção (preenchimento + recalque), de resfriamento e de abertura/extração do molde. O resfriamento costuma ser a maior parcela (50–80% do ciclo). O tempo de ciclo determina diretamente a produtividade: peças/hora = 3600/ciclo × cavidades. Reduzi-lo é o foco constante da otimização. Informe os tempos de injeção, resfriamento e abertura.

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Relação Volume/Capacidade (V/C)

Calcula a relação volume/capacidade (grau de saturação), X = V ÷ C, dividindo o volume de tráfego V pela capacidade C da via ou interseção. O resultado (adimensional) mede o nível de utilização da via: X próximo de 0 indica via livre; X = 1 significa via operando exatamente na capacidade; X > 1 indica demanda acima da capacidade, com formação de filas crescentes e congestionamento. A relação V/C é o principal indicador para classificar o nível de serviço (LOS de A a F) e identificar gargalos. Valores acima de 0,85–0,90 já indicam operação próxima da saturação. Informe o volume e a capacidade.

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Pressão na Cavidade do Molde

Estima a pressão que efetivamente chega à cavidade do molde, multiplicando a pressão de injeção (na ponta da rosca) pelo fator de transmissão de pressão, que desconta as perdas de carga ao longo dos canais, bico e galhos até a cavidade. Tipicamente só 40–60% da pressão da máquina chega à peça. É a pressão na cavidade que define a força de fechamento e a qualidade do preenchimento. Informe a pressão de injeção e o fator de transmissão.

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Volume de Injeção Anular (Backfill)

Calcula o volume teórico de argamassa de injeção anular (backfill grouting) por anel de revestimento de um túnel mecanizado, V = (π/4)·(De² − Di²)·L, a partir do diâmetro de escavação De (o diâmetro de corte da cabeça da TBM), do diâmetro externo do anel de aduelas Di e do comprimento do anel L. Atrás do escudo da tuneladora forma-se um vão anular (o gap entre o solo escavado e o revestimento, devido ao sobrecorte e à conicidade do escudo) que precisa ser preenchido imediatamente com argamassa injetada pela cauda. Esse preenchimento é essencial: impede o relaxamento do maciço (reduzindo a perda de volume e os recalques de superfície), trava o anel na posição e garante o contato uniforme solo-revestimento. O volume real injetado supera o teórico (fator de 1,1-1,5) por perdas, sobrecorte variável e penetração no maciço. Informe os diâmetros de escavação e do anel e o comprimento do anel.

Trabalho da Bomba (Rankine)

Calcula o trabalho específico consumido pela bomba de um ciclo Rankine, w_bomba = v × (P₂ − P₁), multiplicando o volume específico do líquido (m³/kg, praticamente o da água, ~0,001) pelo aumento de pressão da bomba (kPa). O resultado, em kJ/kg, é a energia gasta para pressurizar o condensado antes da caldeira. Como o líquido é quase incompressível, esse trabalho é muito pequeno comparado ao da turbina — daí o ciclo Rankine usar líquido na bomba (e não vapor, como no ciclo de Carnot a gás), o que reduz drasticamente o trabalho reverso. Informe o volume específico e as pressões de saída e entrada da bomba.

Os resultados desta ferramenta têm caráter apenas informativo e educativo e não constituem aconselhamento profissional, financeiro, médico, jurídico, tributário ou contábil. Confirme decisões importantes com um profissional qualificado e fontes oficiais.