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Energia armazenada pilha AAA vs AA

Compara a energia total armazenada por pilhas alcalinas AAA e AA e seu rendimento em mAh.

Energia de pilha AAA vs AA

Uma pilha AAA alcalina costuma guardar 1.000-1.200 mAh. Já a AA alcalina do lado fica em 2.500-3.000 mAh, então, na mesma tensão de 1,5 V, a AA carrega algo como 2-3x mais energia. As AA de lítio passam dos 3.000 mAh e se saem bem no frio. As recarregáveis NiMH AA ficam entre 2.000-2.500 mAh, só que a 1,2 V.

Pegue um pacote de 4 pilhas AA alcalinas: dá por volta de 4 · 2.800 mAh · 1,5 V ≈ 16,8 Wh. As mesmas quatro em AAA chegam a uns ~6,6 Wh.

Aplicações

Serve para casar a pilha com o que o aparelho realmente pede. Um controle remoto ou um relógio puxam pouquíssima corrente, e aí a AAA dá conta. Brinquedo motorizado, lanterna e flash de câmera consomem muito, e esses pedem AA. Os números também ajudam a estimar custo por kWh, comparar alcalina, lítio e NiMH, ou só decidir o tamanho quando os dois encaixam.

Perguntas frequentes

Mesma tensão, capacidades diferentes, por quê? As duas alcalinas ficam em 1,5 V. A AA simplesmente tem mais massa química dentro, então guarda mais carga (mAh).

Posso usar adaptador AAA dentro de slot AA? Encaixa, sim. Mas o que você ganha é só a capacidade da AAA; o resto da "carcaça" AA fica oco.

Pilha de lítio é sempre melhor? Dura mais e aguenta o frio, só que custa 3-5x mais. Num aparelho de baixo consumo, esse dinheiro praticamente se perde.

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Volume de Pilha Cônica de Grãos

Calcula o volume de uma pilha cônica de material granular formada por despejo livre, V = (π/3)·r³·tan(θ), a partir do raio da base da pilha r (m) e do ângulo de repouso θ (graus) do material. Quando um material granular é despejado livremente sobre uma superfície, ele forma naturalmente um CONE cuja inclinação das laterais é o ângulo de repouso — uma propriedade característica de cada material (areia seca ~30-35°, grãos ~25-30°, brita ~37-40°), que reflete o atrito interno entre as partículas. Como a altura do cone é h = r·tan(θ), o volume do cone (1/3·π·r²·h) torna-se (π/3)·r³·tan(θ), função apenas do raio e do ângulo de repouso. Este cálculo é muito usado na prática para estimar, por levantamento topográfico ou medição do raio da base, o volume (e, com a densidade, a massa) de pilhas de estocagem a céu aberto — montes de grãos, areia, brita, carvão, minério, fertilizante em pátios e armazéns. É a base do inventário de materiais a granel estocados em pilhas, uma alternativa rápida à pesagem. Também orienta o dimensionamento da área e da altura de pátios de estocagem e o projeto de armazéns graneleiros. Para pilhas alongadas (prismáticas com extremidades cônicas), soma-se a parte central. Informe o raio da base e o ângulo de repouso.

Fator de Perdas de Buller-Woodrow

Estima o fator de perdas de um alimentador de distribuição a partir do fator de carga, pela relação empírica de Buller e Woodrow: fator de perdas = k × fator de carga + (1 − k) × fator de carga ao quadrado. O fator de perdas é a razão entre a perda média e a perda de pico no período, e é ele que converte a perda instantânea medida no horário de ponta em energia perdida ao longo do mês, sem precisar de curva de carga registrada. Como a perda por efeito Joule varia com o quadrado da corrente, o fator de perdas fica sempre abaixo do fator de carga, e quanto menor o fator de carga menor a razão entre os dois: com fator de carga 0,20 o fator de perdas não chega à metade dele, enquanto com 0,80 fica em torno de 86% do valor. Foi adotado o coeficiente k como entrada em vez de fixo em 0,30, que é o valor clássico de Buller e Woodrow para redes de distribuição, porque as concessionárias recalibram k entre 0,15 e 0,50 conforme o perfil de carga do alimentador. Informe o fator de carga do período e o coeficiente k.

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Energia Dissipada por Ciclo

Calcula a energia dissipada por ciclo em um amortecedor viscoso, ΔE = π·c·ω·X², a partir do coeficiente de amortecimento viscoso c, da frequência de excitação ω (rad/s) e da amplitude de vibração X. O resultado, em joules, é a energia mecânica convertida em calor a cada ciclo de oscilação pelo amortecedor — proporcional à frequência e ao quadrado da amplitude. Quantificá-la é essencial para dimensionar amortecedores e dissipadores (em suspensões, edifícios sob sismo, isoladores) e para estimar o aquecimento gerado pela vibração. Quanto maior a dissipação, mais rápido a vibração livre decai. Informe o coeficiente de amortecimento, a frequência e a amplitude.

Energia Incidente de Arc Flash (Método de Lee)

Calcula a energia incidente de um arco elétrico pelo método de Ralph Lee, E = 5,12×10⁵ × V × I_cc × t ÷ d², com a tensão em kV, a corrente de curto-circuito franco em kA, o tempo de eliminação da falta em segundos e a distância de trabalho em milímetros. O método de Lee modela o arco ao ar livre como uma fonte de calor radiante ideal, sem levar em conta a energia que o invólucro reflete de volta; por isso a IEEE 1584 o mantém apenas como o modelo legado, indicado para arco aberto e para tensões acima de 15 kV, onde as equações empíricas não valem. O resultado em cal/cm² define a categoria de EPI: 1,2 cal/cm² é o limiar da queimadura de segundo grau e o valor que delimita a fronteira de arco. Adotada a forma em cal/cm² (a variante em J/cm² usa 2,142×10⁶ e é 4,184 vezes maior). Informe a tensão, a corrente de curto-circuito, o tempo de eliminação e a distância de trabalho.

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