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Tempo de Secagem no Período de Taxa Constante

Calcula quanto tempo dura o período de taxa constante de uma secagem em bandeja, t = m_s × (X₁ − X_c) ÷ (A × N_c), ou seja, a massa de água a evaporar dividida pela vazão de evaporação da superfície. As umidades entram em base seca, em quilogramas de água por quilograma de sólido seco, e N_c é o fluxo de evaporação medido enquanto a superfície ainda está encharcada, em kg por metro quadrado e por hora. Enquanto durar esse período a superfície se comporta como um espelho d'água e a taxa não depende do material, só do ar; o período termina na umidade crítica X_c, quando a água interna deixa de chegar à superfície tão rápido quanto ela evapora. Informe a massa de sólido seco, as umidades inicial e crítica, a área exposta e a taxa de evaporação constante.

Resultado

Tempo do período de taxa constante na secagem

A curva de secagem de um sólido em bandeja tem dois trechos, e eles se calculam em separado. O primeiro é o de taxa constante, e é o barato: enquanto a superfície continua encharcada, a água sai na mesma velocidade com que sairia de uma poça, e nada do material importa — só o ar. Quem dimensiona um secador de bandejas, quem programa um ciclo de batelada ou quem resolve lista de operações unitárias começa por aqui, porque esse tempo diz quanto do ciclo o ar controla e quanto sobra para a parte difícil.

A água a evaporar nesse trecho é m_s × (X₁ − X_c), com as umidades em base seca; a vazão de evaporação da superfície é A × N_c. O tempo é uma dividida pela outra. Com os valores padrão — 50 kg de sólido seco, umidade caindo de 0,35 para 0,12 kg/kg, 2,5 m² expostos e taxa de 1,2 kg/m²·h — são 11,5 kg de água saindo a 3 kg/h, ou seja, 3,833 h. Para conferir contra a literatura, digite 21,5 kg de sólido, 1 m² de área, X₁ de 0,38, X_c de 0,195 e N_c de 1,51: a página devolve 2,634 h, o valor do exemplo clássico de secagem em bandeja.

O modelo supõe que N_c é mesmo constante, o que exige temperatura, umidade e velocidade do ar estáveis durante todo o trecho — em estufa de batelada sem controle isso escorrega. A área A é a superfície efetivamente exposta ao ar: se a bandeja seca pelas duas faces, o valor dobra, e digitar só a área de cima é engano comum. As umidades têm de estar em base seca, quilograma de água por quilograma de sólido seco. E a umidade crítica X_c não é constante do material: varia com a espessura da camada e com a própria taxa de secagem, ficando mais alta quanto mais agressivo o ar. A página cobre só este trecho, sem taxa decrescente e sem o aquecimento inicial.

Perguntas frequentes

Como converter umidade de base úmida para base seca?
Divida a massa de água pela massa de sólido seco. Um material com 26 por cento de água em base úmida fica em 0,26 dividido por 0,74, ou seja, 0,351 kg de água por kg de sólido seco. A página não faz essa conversão: toma os dois valores de umidade como já estando em base seca.
Este é o tempo total de secagem?
Não. É só a duração do período de taxa constante, que termina na umidade crítica. Depois dele vem o período de taxa decrescente, quase sempre mais demorado, calculado por uma expressão logarítmica em outra página. O tempo total do ciclo é a soma dos dois trechos.
De onde vem o valor da taxa constante N_c?
De ensaio: pesa-se a bandeja ao longo do tempo, e a inclinação do trecho reto da curva, dividida pela área exposta, é N_c. Na falta de ensaio, estima-se pelo balanço de calor na superfície, com o coeficiente de convecção e a diferença até a temperatura de bulbo úmido. A página não calcula N_c, apenas o consome.

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Umidade: Base Seca / Úmida

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Taxa Assimilatória Líquida (Fórmula de Gregory)

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