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Módulo e Fase de Complexo

Para z = a + bi, calcula |z| = √(a²+b²) e arg(z) = atan2(b,a).

|z| + arg(z)

Módulo e fase: a forma polar de um número complexo

Pegue z = a + bi. O módulo é |z| = √(a² + b²), ou seja, a distância euclidiana até a origem no plano de Argand. Já o argumento, a fase, é arg(z) = atan2(b, a), o ângulo orientado a partir do eixo real positivo. O uso de atan2 em vez de um arco-tangente simples é o que faz a conta acertar os quatro quadrantes. Os dois juntos dão a forma polar z = r(cos θ + i sin θ) = r·e^(iθ), com r = |z| e θ = arg(z). Essa versão exponencial vem da fórmula de Euler (1748). Para ver na prática, tome z = 1 + i: dá |z| = √2 e arg(z) = π/4, logo z = √2·e^(iπ/4).

Aplicações: sinais, circuitos AC e síntese

A forma polar aparece onde amplitude e fase precisam andar juntas. No processamento de sinais, cada senoide vira um fasor que carrega as duas. A FFT se apoia nas potências das raízes da unidade e^(2πik/N). Na eletrônica AC, a impedância reúne resistência e reatância num único par módulo-fase; já os filtros digitais são lidos em diagramas de polos e zeros, e os sintetizadores FM funcionam modulando a fase de um oscilador complexo.

Perguntas frequentes

Radianos ou graus? A matemática trabalha em radianos por padrão, enquanto a engenharia costuma optar por graus. Para trocar, use deg = rad·180/π.

O que é o argumento principal? É o único valor de arg(z) que cai em (−π, π], justamente o que atan2 devolve.

O que acontece em z = 0? O módulo |z| = 0 e o argumento fica indefinido, já que qualquer ângulo serviria.

Por que a forma polar é útil em produtos? Porque a multiplicação se reduz a r₁r₂·e^(i(θ₁+θ₂)): você multiplica os módulos e soma os argumentos.

Ferramentas Relacionadas

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Cristalinidade por Densidade

Calcula o grau de cristalinidade de um polímero pelo método da densidade, X_c = [ρ_c·(ρ − ρ_a)] ÷ [ρ·(ρ_c − ρ_a)] × 100%, a partir da densidade medida da amostra (ρ) e das densidades das fases 100% amorfa (ρ_a) e 100% cristalina (ρ_c). O resultado, em %, baseia-se no fato de que as regiões cristalinas são mais compactas e densas que as amorfas — quanto maior a densidade da amostra, maior sua cristalinidade. É um método alternativo ao DSC (entalpia), simples e preciso, usando coluna de gradiente de densidade ou picnometria. Informe as densidades da amostra, amorfa e cristalina.

Tempo de Solidificação (Chvorinov)

Calcula o tempo de solidificação de uma peça fundida pela regra de Chvorinov, t = B × (V ÷ A)², a partir da constante do molde B (min/cm², que depende do material do molde e do metal) e da razão entre o volume V e a área superficial A da peça. O resultado, em minutos, é o tempo que o metal leva para solidificar completamente. A regra mostra que peças com maior razão volume/área (mais 'maciças') solidificam mais devagar — princípio fundamental do projeto de fundição: os massalotes (reservatórios de metal) devem ter módulo maior que a peça para solidificar por último e alimentar a contração. Informe a constante do molde, o volume e a área da peça.

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Módulo de Ruptura à Flexão (Cerâmica)

Calcula o módulo de ruptura (MOR) à flexão de uma cerâmica em três pontos, MOR = 3·F·L/(2·b·d²), a partir da carga de ruptura (F), da distância entre apoios (L), da largura (b) e da espessura (d) do corpo de prova. É a principal medida de resistência mecânica de cerâmicas e revestimentos (ISO 10545): porcelanatos superam 35 MPa. A dependência com d² mostra por que peças mais espessas resistem muito mais. Informe a carga, a distância entre apoios, a largura e a espessura.

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