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População do Edifício

Estima a população de um edifício, Pop = (área por andar × número de andares) ÷ densidade, a partir da área útil por pavimento (m²), do número de andares e da densidade de ocupação (m² por pessoa). O resultado, em pessoas, é a população total a ser atendida pelo transporte vertical — ponto de partida da análise de tráfego de elevadores. A densidade de ocupação varia com o uso: ~10 m²/pessoa em escritórios densos, ~15-20 m²/pessoa em escritórios padrão, valores próprios para hotéis e residências. Comparada à capacidade de transporte dos elevadores, define se o sistema é adequado. Informe a área por andar, o número de andares e a densidade.

Resultado

População do edifício

Toda a análise de tráfego vertical começa com uma pergunta: quantas pessoas o sistema de elevadores precisa servir? A população do edifício estima isso: Pop = (área por andar × número de andares) ÷ densidade de ocupação, dividindo a área útil total (área por pavimento × número de pavimentos) pela densidade de ocupação (quantos metros quadrados, em média, por pessoa). A densidade varia conforme o uso do edifício: escritórios densos (call centers, espaços abertos) chegam a ~8-10 m²/pessoa; escritórios padrão, ~12-15 m²/pessoa; escritórios de alto padrão (salas individuais), ~18-25 m²/pessoa; hotéis e residências usam critérios próprios (pessoas por quarto/apartamento). O resultado é a população total a ser atendida. A partir dela, calcula-se a demanda de pico de transporte: o percentual da população que precisa ser movido nos 5 minutos mais críticos (12-15% para escritórios na chegada matinal, menos em outros usos). Essa demanda de pico, comparada com a capacidade de transporte dos elevadores, determina se o sistema é adequado ou se faltam (ou sobram) elevadores. A população também influencia o dimensionamento de escadas, saídas de emergência, sanitários e estacionamento — é um parâmetro fundamental do projeto de qualquer edifício. Informe a área por andar, o número de andares e a densidade de ocupação.

Ferramentas Relacionadas

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Número de Elevadores Necessários

Calcula o número de elevadores necessários, N = demanda de pico ÷ capacidade por elevador, dividindo a demanda de transporte de pico (pessoas em 5 min) pela capacidade de transporte de um único elevador (pessoas em 5 min). O resultado é a quantidade mínima de elevadores no grupo para atender ao pico de demanda. Na prática, arredonda-se para cima e verifica-se também o intervalo de tráfego resultante (qualidade de espera). A demanda de pico vem da população do edifício vezes o percentual de pico (12-15% em escritórios). Subdimensionar gera filas e esperas longas. Informe a demanda de pico e a capacidade por elevador.

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Número de Paradas Prováveis

Calcula o número provável de paradas de um elevador, S = N × (1 − (1 − 1/N)^P), a partir do número de pavimentos servidos N e do número de passageiros P na cabine. O resultado é quantos andares, em média, o elevador efetivamente para durante uma viagem (probabilisticamente, dois passageiros podem ir ao mesmo andar). É um parâmetro essencial do cálculo do tempo de viagem redondo: mais paradas aumentam o RTT. A fórmula assume que os passageiros escolhem andares de destino aleatoriamente e uniformemente. Com a cabine cheia, S se aproxima de N (para em quase todos). Informe o número de pavimentos e de passageiros.

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Intervalo de Tráfego de Elevadores

Calcula o intervalo de tráfego (tempo de espera médio) de um grupo de elevadores, INT = RTT ÷ N, dividindo o tempo de viagem redondo RTT (s) pelo número de elevadores N do grupo. O resultado, em segundos, é o tempo médio entre a chegada de elevadores ao pavimento principal — o principal indicador de qualidade de serviço percebido pelos usuários (tempo de espera). Intervalos de até 30 s são considerados excelentes; acima de 50-60 s, ruins. Mais elevadores no grupo reduzem o intervalo. É o critério-chave no dimensionamento do número de elevadores. Informe o RTT e o número de elevadores.

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